domingo, 25 de abril de 2021
quinta-feira, 8 de abril de 2021
Brasil doente e com fome
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021
Jogger: uma calça confortável, e charmosa, para curtir no isolamento
Ou vocês pensam que nestes quase onze meses de isolamento eu realmente me preocupei com as tendências da moda? Afinal, para que saber dos lançamentos? Para cozinhar? Limpar a casa? Brincar com o cachorro? Ou, quem sabe, para maratonar aquela série adocicada da Netflix?
Não, meus amigos. O que eu mais sonhei foi encontrar peças de roupas super confortáveis e aconchegantes, bonitinhas também, para me instalar no sofá e curtir boa leitura, música suave e um cineminha, sempre nos finais de tarde, ao lado de bolo e cappuccino. E se houver jogo de futebol interessante, muita pipoca e cerveja gelada.
Foi então que redescobri a calça Jogger, a quem não dava importância nehuma. Aliás, nem tinha uma no guarda-roupa. Feita a descoberta, e depois de muito bem pensar, e aprovar, corri para a Internet e já pedi logo três peças, em três cores diferentes, com e sem bolsos, para me aconchegar "ao lar". Maior felicidade quando elas chegaram. Amados, experimentei todas, brinquei, dancei com todas, e fiz uns poucos exercícios. Não me lembro mas........acho que até adormeci com uma delas, a amarelinha. Bem gostosa!
Se alguma de vocês estiver perguntando o que é uma Jogger, vou responder: esse modelo de calça, com punho nas barras, saiu direto do mundo dos esportes para o universo street, onde ganhou vários novos detalhes e tons diferenciados. O modelo é quase sempre o mesmo: mais larguinha na parte de cima, com um elástico na cintura e mais apertada no tornozelo. Geralmente, ela é usada com sapatilhas, rasteirinhas, e até sandálias de salto alto. Os mais jovens adoram. Eu também.
Até fiquei sabendo que as apostas da vez flertam com tecidos nobres, além do básico moletom. Por exemplo, em um jantar ou balada mais sofisticada, o modelo de sarja, ou cetim, oferece atitude e ousadia em looks jovens e despretensiosos. Uma peça preta sempre confere requinte, principalmente se combinada a blusas ou camisas descoladas. Mas vamos deixar estas opções para depois do Covid 19, concordam?
Por enquanto, vamos investir sem medo nas mais básicas, em tecidos leves, poucos detalhes, e tons neutros. Eu gosto com bolsos. E vocês? Acreditem quando digo: qualquer pessoa pode usar a Jogger, desde que goste e se encaixe em seu estilo. Inclusive quem tem quadril largo. Para essas mulheres, aconselho modelos de cintura alta e um corte mais reto.
Lembro que, num passado remoto, quando escrevia sobre moda e comportamento no TodaModa do Shopping News, e em várias revistas da capital, costumava brincar que esse modelo parecia uma releitura, com design casual, de uma calça de pijama. E que jamais usaria. Pois é. Quem me dera, agora, poder sair por aí com uma Jogger fofíssima e confortável. Tomar um café com os amigos. Jantar fora com a família. Visitar as amigas em São Paulo. Ir ao teatro, ao cinema, ao show...
Só que, por enquanto, é esperar que a vacinação em massa realmente aconteça em nosso país e nos liberte para viver com liberdade, quase como antigamente. Enquanto isso, vamos ao menos viver confortavelmente com nossa calça Jogger e, quando muito, dar aquela saidinha básica apenas se for necessário, como ir ao supermercado, à farmacia, à padaria...O resto fazemos depois.
Vacina já!
Lia Estevão
quarta-feira, 27 de janeiro de 2021
Amor a primeira leitura: Rubem Alves e seu convite a prosear
E qual não foi a surpresa ao me deparar com um escritor notável, apaixonante, de textos filosóficos com uma leveza extraordinária, textos que desvendam a alma humana com a sabedoria de quem tudo viveu intensamente, e sempre com amor e sabedoria. Suas crônicas, envolventes, nos fazem pensar, refletir, e entender a importância da fantástica aventura que é viver o aqui e agora. Elas nascem no coração. Rubem, com seu jeito original e simples de contar histórias sobre a realidade da vida da gente, nos faz ver coisas que não vemos, mas que sempre estiveram conosco.
Como foi amor o que senti logo nas primeiras frases, eis-me aqui comentando e sugerindo a vocês a leitura de seus livros, que abordam assuntos variadíssimos. As três primeiras crônicas do livro "Se eu pudesse viver minha vida novamente", lidas por nós com muito entusiasmo, são definitivamente encantadoras. Sua linguagem, marcada pela inteligência e a sensibilidade, nos revela que todos os momentos da existência valem a pena e que podem sempre ficar poetizados, mais bonitos, mesmo aqueles de profunda tristeza e dor. Rubem Alves emociona a cada reflexão, e nos faz repensar a vida sem stress e com o coração. Psicanalista, também escrevia sobre comportamento e psicologia nos grandes jornais do país. Dizia "A vida não pode ser economizada para amanhã. Acontece sempre no presente".
"Toda alma é uma música que se toca. Quis muito ser pianista. Fracassei. Não tinha talento. Mas descobri que posso fazer música com palavras. Assim, toco a minha música... Outras pessoas, ouvindo a minha música, podem sentir sua carne reverberando como um instrumento musical. Quando isso acontece, sei que não estou só. Se alguém, lendo o que escrevo, sente um movimento na alma, é porque somos iguais. A poesia revela a comunhão"
Rubem Alves (1933 - 2014)
sexta-feira, 22 de janeiro de 2021
O "Burro", teimoso e ignorante, em tempos de Covid
"Não há nenhum pensamento importante que a burrice não saiba usar, ela é móvel para todos os lados e pode vestir todos os trajes da verdade" (Robert Musil)
Triste ilusão. Parte considerável da população ainda nem acredita na gravidade da situação. E continuam na rotina de sempre: de balada em balada, de bar em bar, de aglomeração em aglomeração, de negacionismo em negacionismo. Raramente usando as máscaras que, além das vacinas, são a melhor das possibilidades para evitar a contaminação com a praga do coronavírus. Esses grupos ainda propagam suas idéias, e festanças, pelas redes sociais. Com o orgulho dos ignorantes.
Hoje, o que temos são hospitais lotados, pouquíssimas vagas em UTIs e, pasmem vocês, pessoas morrendo por falta de oxigênio (AR) em diferentes regiões do país. Uma calamidade!
Verdade é que não quero mais falar sobre o assunto. Ao menos por enquanto. Agora é ser otimista e torcer para a vacinação não sofrer percalços. Ela começou em São Paulo, timidamente, em 17 de janeiro, dia em que a Anvisa aprovou o uso emergencial da Coravac chinesa.
Quero só refletir, um pouco, sobre a palavra "Burro". E não me perguntem o porquê, ok?
Vocês sabiam que na Grécia antiga o "Burro" (animal) tinha a terrível fama de não ser nada obediente, comportado. Diziam que o bichinho tinha personalidade difícil e que, talvez por isso, se mostrava incapaz de aprender seja lá o que fosse. Fato que causava forte irritação entre os donos.
As más linguás daquela época contavam também que, por volta do ano 600 A.C. , já corriam boatos que o "Burro" era de fato teimoso, bobão, e ignorante, difícil de ser domado. Formado a partir do cruzamento entre um jumento e uma égua, não poderia mesmo ser diferente. Ele, o "Burro", existe em quase todo o planeta e, geralmente, é usado como animal de carga. Confesso que tinha imensa simpatia por esse animalzinho, desde que limpo, perfumado e sem maiores horizontes. Afinal, continua inculto e pouco sagaz.
Acontece que de uns dois anos para cá, passei a enxergá-lo com outros olhos. O "Burro" é, de fato, um serzinho irritante, estúpido, e sem nenhuma inteligência. Sempre alheio ao novo, parece não entender a nova realidade que envolve o planeta. Comporta-se, digamos assim, como se ainda vivêssemos em eras remotas, quando imperavam as trevas e o desconhecimento. Ah!!! Tornou-se mais agressivo, Coitado!
E apesar da imensa consideração que ainda tenho pelo "Burrinho", não posso desconsiderar o quanto ele é nocivo à sociedade. Pensar em algo novo é impossível para sua cabecinha tola, que se acomodou em crenças absurdas, na zona de conforto. Simplesmente não escuta ninguém. E, como no passado, orgulha-se de sua teimosia, e de sua arrogância. E qualquer inovação, mesmo que ela salve a humanidade, é sempre vista como perigosa ao seu estilo de vida. Triste futuro o seu.
quinta-feira, 19 de novembro de 2020
Hoje deu vontade de escrever
A verdade é que estamos numa nova realidade, inesperada e que demanda basicamente maior solidariedade para com o semelhante. Um modelo de vida mais consciente e menos egoísta. Como não sabemos lidar com esse novo modelo de vida, continuamos com o comportamento de sempre. E sequer lembramos as quase 170 mil mortes e os quase 6 milhões de infectados. Apenas no Brasil. E a pandemia continua limitando o dia-a-dia de todos. Afinal, o coronavirus é apenas mais uma gripezinha, não é?
Hoje quero contar do trabalho que estou fazendo com minha sobrinha Fernanda: fotolivros personalizados, com cara de revista, cujos principais personagens são nossos clientes. Pergunto: tem coisa mais prazerosa do que, em momentos de lazer, abrir um album e recordar momentos agradabilíssimos que você curtiu, atraves de fotos e textos impressos?
Esses albuns-livros têm duas grandes vantagens. Primeiro, evitam que nossas fotos fiquem perdidas e difíceis de encontrar em pastas de seu computador, ou em uma nuvem qualquer. Segundo, nos possibilitam mostrar nossas fotos a familiares e amigos no momento que desejar, bastando pega-los da estante. Além de durarem para sempre.
E tem mais: atualmente, são as melhores opções de presentes, em datas especiais, para avós, mães, tias, sobrinhas, netas, entre outros, graças a uma relação bastante atraente entre custo e benefício. Pode-se dizer que eles cabem na bolsa e no bolso.
Um fotolivro, costumo dizer, é presente que conforta, e que transmite carinho e afeto mesmo a distância. Você pode fazer fotolitos da sua festa de aniversário, de seus encontros com os amigos, da sua viagem, dos primeiros meses de seu bebê, dos primeiros anos de seus filhos, de seu pet de estimação, e assim vai.
Adoro esse trabalho. É gratificante. Ele mexe com o emocional de cada amigo.
Se alguém quiser saber mais sobre o assunto, é só acessar no Instagram a nossa página amomuitofotolivro. A Fernanda realmente está fazendo um lindo trabalho de marketing nas redes socias. E, eu, faço o melhor na criação, diagramação, e produção personalizadas de cada pedido dos clientes.
Nossa peça mais pedida é o MINI FOTOLIVRO PLUS. Ele tem capa dura impressa laminada, com abertura tradicional. É produzido em papel couchê 170 g/m2 ( 14,8 x 21cm), e com 40 páginas. Nesse tamanho e modelo, cada um fica por 185,00.
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| Capa do minifotolivro sobre pets de estimação |
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| Miolo com foto e texto |
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| Capa de um fotolivro com a reunião de amigos no Natal |
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| Capa e contracapa |
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