segunda-feira, 6 de janeiro de 2025

Cadê o tão aguardado 2025?

Epa! Cadê o tão aguardado 2025? Já estamos no dia 6 e, pasmem, continuo igualzinha aos dias passados. É como se o ano novo tivesse decidido tirar uma folga antes de começar. Dá para argumentar que ainda é cedo para sentir as transformações prometidas, mas, sinceramente... milagres não existem, não?

Eu só queria um, um bem pequenininho. Não precisa ser nada extraordinário! Algo simples, tipo: que os boletos resolvessem dar um pulo para o século XXIII e nos deixassem em paz, que os impostos governamentais fossem tirar uma soneca por uns meses, que o supermercado esquecesse como se faz para aumentar os preços, e, se não for pedir muito, que as embalagens parassem de emagrecer mais rápido do que eu na dieta (mentira, eu não faço dieta, mas vocês entenderam).

Ah, e a saúde! Essa merece um pedido especial: que ela fique comigo, com você, com todos os meus amigos – porque ninguém merece começar o ano enfrentando fila no hospital ou testando o limite do plano de saúde.

Mas, confesso, estou aqui olhando para frente e o que vejo é uma carruagem emperrada nos trilhos do ano passado. O jeito é ter paciência e começar a sonhar... com 2026! Porque, do jeito que as coisas andam, ou melhor, não andam , é melhor já ir preparando os pedidos para o próximo réveillon. Quem sabe os milagres resolvem atender a chamada. Ano que vem, claro!

E até lá, seguimos! Com humor, com resiliência e, se nada disso der certo, com aquele restinho de panetone que sobrou no armário – porque, meus amigos, rir e comer carboidratos ainda é de graça (por enquanto).

Se o mundo não mudou tão cedo, que ao menos a gente mude o jeito de encará-lo. E, convenhamos, rir é sempre a melhor maneira de atravessar qualquer ano – ou carruagem emperrada.

Beijos a todos e um feliz ano de 2025.

Lia Estevão - Jornalista



sexta-feira, 27 de dezembro de 2024

Cadê o Natal? Já acabou?



O Natal piscou. E passou. 

Foi como aquele parente que chega, abraça, come tudo, e sai voando antes de dar tempo de contar as fofocas do ano. Acreditem, a gente ainda nem terminou de tirar as etiquetas dos presentes (o papel de presente da tia-vovó já está guardado para 2025) e já tem aquele povo guardando as árvores, desmontando bolinhas e luzinhas e caçando espaço no armário para as lembrancinhas (muitas sem utilidade) que não sabemos onde enfiar.

Os panetones e os chocotones, que são os verdadeiros reis da festa, ainda estão na metade, os restos de peru já se transformaram em sanduíches improvisados, e tudo volta ao normal. Nenhuma novidade, nenhum acréscimo afetivo nem intectual, nada. Parece que passou tão rápido que o espírito natalino ficou só de passagem no Wi-Fi. O bilhete carinhoso, pessoal e informal, deu lugar a imagens criadas pela inteligência artificial e distribuídas pelo TikTok, Facebook, Instagram, Whatsapp. Nada além de um Feliz Natal junto com os enfadonhos "Bom Dia", "Boa Tarde", BoaNoite", que martelam nossas redes sociais sem dó, nem piedade. Será que alguém ainda se emociona ao ver esses pequenos anúncios sem alma? 

Mas verdade seja dita, tudo isso é válido, desde que estejamos vivos e com saúde. As tradicionais  reuniões natalinas das famílias, por exemplo, que acontecem aqui e acolá, pelo mundo afora, mostram que ainda existe um forte elo de ligação entre avós, pais, filhos, netos, tios e sobrinhos. Agradeço mesmo por, em casa, elas ainda acontecerem. É quando tudo vira uma festa...de amor. Eu sinceramente, curto bastante tais momentos. Principalmente quando as crianças não dormem e se divertem com os novos e muitos brinquedos criativos e interativos. 

De repente, depois da entrega dos presentes amigo/oculto (que este ano a sorte não me favoreceu...), uma voz se destaca em alto e bom som: não vamos fazer a foto na árvore?  Tudo pára, todos se arrumam e flash.  A foto testemunha quem foi, quem não foi, quem sorriu, quem estava de mau humor, quem foi rapidinho embora encontrar os amigos. 

Agora, passados um ou dois dias do evento familiar, começamos a nos preparar para o Réveillon, aquele evento mais democrático onde o branco reina em belos decotes ousadíssimos (será?) e o Novo Ano chega prometendo mundos e fundos, como todo político em época de eleição. Falaremos dessa festa depois. 


Que venha 2025, com calma, por favor, para a gente conseguir viver o momento sem piscadas apressadas! Como ocorreu no Natal.


Beijos

Lia Estevão


domingo, 8 de dezembro de 2024

André Rieu live in Bahrain 2024 (Full Concert)

Amigos, eu simplesmente sou apaixonada por André Rieu. Poderia passar horas, dias, meses, ouvido as músicas que tocam seus incríveis músicos. Ele, sempre bem humorado, feliz, carismático, transmite alegria, felicidade, momentos de encantamento, onde quer que se apresente. Vejam e ouçam aqui um de seus shows. Sintam toda a paixão que ele e seus músicos fazem fluir de seus instrumentos, de suas vozes incomparáveis, de seus olhares. Quisera poder estar presente em seus memoráveis eventos. Quem sabe, um dia?
Beijos meus queridos. 

quinta-feira, 5 de dezembro de 2024

Vamos refletir sobre os caminhos percorridos?

O tempo, implacável em sua caminhada, nos brinda com mais um final de ano. Faltam apenas alguns dias para encerrarmos 2024, um período marcado por uma infinidade de nuances. Ao olharmos para trás, somos inundados por uma enxurrada de memórias: alegrias que nos fizeram sorrir, tristezas que nos fizeram refletir e chorar.

Cada dia que passou foi como uma nova página em branco, esperando ser preenchida com nossas experiências e escolhas. Vivemos momentos de intensa felicidade, celebrando conquistas e compartilhando momentos especiais com as pessoas que amamos. Enfrentamos também tempestades, superando obstáculos que pareciam intransponíveis e aprendendo a lidar com a adversidade.

Neste final de ano, é fundamental dedicarmos um tempo para a reflexão. Quais foram os aprendizados que levamos de 2024? Quais sonhos realizamos e quais ainda persistem em nossos corações? Ao responder a essas perguntas, podemos construir um futuro mais consciente e alinhado com nossos valores.

A gratidão é uma virtude que nos conecta com o presente e nos permite apreciar tudo o que temos. Ao expressarmos nossa gratidão pelas pequenas e grandes coisas da vida, cultivamos uma sensação de plenitude e bem-estar. Que possamos celebrar as conquistas deste ano e, acima de tudo, agradecer por todas as oportunidades que tivemos.

Amigos, vamos aproveitar estes últimos dias para organizar as ideias para o próximo ano, relaxar e recarregar as energias.

Lembrem-se de que a vida é feita de ciclos, e que cada novo começo é uma oportunidade de recomeçar.

segunda-feira, 25 de novembro de 2024

"Coração Delator" conto de Poe realizado por "FrameOn Produções"

Equipe da FilmeFrame Produções

 No dia 8 de outubro, tivemos uma experiência e tanto gravando nosso curta-metragem inspirado no conto "Coração Delator", do mestre Edgar Allan Poe. A casa do José Carlos, lá no Dahma 2, virou cenário de mistério e tensão, mas também de muita risada! A equipe estava completa: eu, José Carlos, Diogo, Diana, Wal, Maik, Bruno e Pedro – todos prontos para transformar o terror psicológico em pura diversão.

Começamos por volta das 18h, e já no primeiro take o calor estava de matar (Poe que nos perdoe, mas o clima de "sufoco" foi por outro motivo). Entre suor e brincadeiras, Pedro e Maik roubaram a cena nos bastidores com suas armas de brinquedo, encarnando guardas de rua cheios de graça. Wal, por outro lado, virou um psicopata de dar medo – sua atuação foi tão convincente que até pensamos em manter distância por segurança!

Foram mais de seis horas de gravações e regravações – porque claro, somos perfeccionistas! Fizemos uma pausa estratégica para um lanche, afinal, ninguém funciona de estômago vazio. Mesa repleta de guloseimas. O set estava vibrante e a galera super à vontade, o que fez o clima de colaboração fluir que nem mágica. Sabe aquele ambiente que a gente não quer que acabe? Só faltou a presença física de nossa professora Iasha, mas que estava em nossas mentes, cutucando. Pois é, foi assim.

O grand finale ainda está por vir! Vamos gravar as últimas cenas na próxima terça, dia 15 de outubro, e a edição, claro, fica nas mãos do talentoso José Carlos. Mas é claro que eu (Lia), Diogo, Bruno e Diana vamos dar nossos pitacos (não resistimos!). A exibição do filme já tem data marcada: 25 de novembro no CEMAC, com entrada gratuita e uma discussão marota depois da sessão. Estamos todos super ansiosos pra ver o resultado final e compartilhar esse momento especial com todo mundo! Aguardem o link, para conhecer nosso trabalho.



Lia Estevão
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quinta-feira, 7 de novembro de 2024

Uma viagem inacreditável pela Suiça e Cordilheira das Dolomitas



Meus amigos, adivinhem, dias atrás fui parar na Suíça! Com família e amigos. Pra quem comentou, talvez com um toquezinho de crítica, que voltei mais cansada do que fui, só digo uma coisa: a viagem não era pra relaxar o corpo, mas pra agitar a mente! Tava mais pra um upgrade de conhecimento e um festival de sensações novas.

Dormir? Ah, isso eu faço em casa, e com muito conforto! Aposto que também seria menos custoso ficar por aqui. Acreditem, vivo um momento de fazer loucuras como explorar lugares novos, tanto no Brasil quanto lá fora. Já cansei de sonhar acordada ou de olhos fechados!

Desta vez, fui pra curtir a minha sobrinha amada, Renata, e sua filhota maravilhosa, Luna. A garota, com apenas 5 anos, já manda ver em três idiomas! É um amor, esperta e linda, mas mora bem longe de mim. O jeito de matar a saudade é correr até a Suiça, sempre que puder. E usufruir o máximo de tudo! 

Logo ao chegar em Zurique, carro alugado, fomos até Oberageri buscar Renata e Luna. Depois, foi só trocar de avião e primeiro aterrissar em Berlim, na Alemanha! Gente, que experiência incrível! Passei três dias por lá realizando sonhos antigos. A cidade é um encanto: clara, espaçosa, limpinha e repleta de espaços verdes. O número de turistas nas ruas, então, é impressionante, todo mundo de olho nos pontos históricos, nos monumentos, nos museus, nas estátuas e, claro, no famoso Muro de Berlim. Mal conseguia acreditar que estava lá, caminhando por ruas históricas! E com a família.

Como as pernas estavam preparadíssimas para milhões de aventuras por terra, mar ou ar, retornei pra Suíça e fiz uma "tour" por cidades como Genebra, Lausanne (fica no lago Genebra, onde está o Museu Olimpico), Zug (nas margens do Zugersee, com seu centro de ruas estreitas e construções medievais), Davos (a cidade mais alta dos Alpes), Montreux (comuna da Suiça, com o incrível Castelo de Chillon), Bozzano (província italiana), Cordilheira das Dolomitas (surgidas há 250 milhões de anos, patrimônio mundial). 

A cordilheira das Dolomitas? De tirar o fôlego! Assim como os Andes italianos e suas curvas estonteantes. As muitas cidades e vilas da Suiça, todas floridas e bem conservadas, parecem fazer parte  dos contos medievais, onde viviam reis,  príncipes e princesas, com castelos e igrejas ricamente decoradas. Espaços onde cada cantinho conta histórias reais vividas pela humanidade. 

Era tanta beleza que a gente queria ver tudo, absorver cada pedacinho onde viveram grandes conquistadores, pensadores, homens que escreveram nossa história. E as cafeterias? Ah, os cafés! De ambientes agradáveis e aconchegantes (a maioria), estão espalhados por toda parte, formando alamedas tão encantadoras que você simplesmente se deixa levar  pela preguiça e passa horas apreciando o movimento em suas cadeirinhas. Um verdadeiro convite a não fazer nada. Nadinha.

Fui até a cordilheira das Dolomitas, depois de passar pela cordilheira dos Andes italiana. Que viagem, meu amigo! As montanhas são tão impressionantes que você se sente uma formiguinha diante delas. E as cidades ao redor? Um verdadeiro espetáculo! Você não quer mais sair daquele ambiente.


Uma das cidades que não dá pra perder é Cortina d'Ampezzo, a famosa "Rainha das Dolomitas". Charmosa e elegante, é o lugar perfeito para passear, comer um bom prato de pasta e tomar um café com vista de tirar o fôlego. E quem diria que o calor escaldante ia nos perseguir até aqui, né? Mas isso não nos impediu de aproveitar cada segundo!

Outra cidade incrível é Ortisei, no vale de Val Gardena. Com suas casinhas coloridas e uma vibe tranquila, parece saída de um conto de fadas. E, claro, o strudel de maçã de lá é imperdível! Canazei, na região de Trentino, por sua vez, é a capital das aventuras ao ar livre, ideal para quem ama esquiar ou fazer trilhas. Mesmo sob o sol forte, sem neve, as montanhas continuam deslumbrantes.

Não posso esquecer do Lago di Carezza! Com suas águas cristalinas, verde-esmeralda, que refletem as montanhas, é um cenário de sonho que parece saído de filmes, uma jóia em meio a floresta de pinheiros, dizia o poeta. E para quem adora uma boa caminhada, o Naturdenkmal é uma formação rochosa que impressiona pela beleza e pela história geológica.

Outro ponto turístico que adoramos é o Passo Gardena (Gardena Pass é uma passagem de alta montanha nas Dolomitas do Tirol do Sul, no nordeste da Itália). Visitamos também o Parque Natural Fanes-Sennes-Braies, reserva natural das Dolomitas, com trilhas que parecem desafiar a gravidade. Um verdadeiro paraíso para os amantes da natureza.

E, claro, tem o famoso Tre Cime di Lavaredo, a maravilha natural mais notável nas Dolomitas! Essas montanhas são icônicas e atraem trekkers de todo o mundo. Mal posso esperar pra voltar e explorar ainda mais todas essas regiões! E me cansar prá caramba...





Lia Estevão
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domingo, 15 de setembro de 2024

Final do Brasileirão Feminino - cadê as mulheres?

Domingão sentei pra ver a final do Brasileirão Feminino no Morumbi. E olha... a surpresa! Que jogo bonito! Que jogo emocionante!

Ágil, rápido, cheio de jogadas inteligentes, passes longos e certos, e defesas espetaculares. São Paulo e Corinthians demonstraram que o futebol feminino chegou com tudo! E olha, não fica devendo nada pro masculino, que, vamos combinar, tá meio em decadência técnica e física, né?

Nem importa pra quem eu estava torcendo. O que me encantou mesmo foi ver a evolução das mulheres no esporte. Há tão pouco tempo (1983), a gente nem podia jogar bola! Mas hoje, elas estão lá no campo, firmes, fortes, focadas, brigando pelo que é justo. Estão dando um show de bola, enquanto o masculino... bem, tá mais pra desfile de vaidades, pouca técnica e muito dinheiro fácil pros chamados “craques”.

Então, será que a gente precisa de um empurrãozinho a mais nesse esporte? Ou será que é apenas uma questão de tempo até que as mulheres tomem conta das arquibancadas, assim como já estão tomando conta dos campos?

Enquanto o futebol masculino está cheio de promessas vazias e performances mornas, o feminino tá pegando fogo! A gente só precisa considerar isso e dar o devido valor. E não é só uma questão de apoiar por apoiar. É entender que ali, naquele campo, tem mulheres que estão rompendo barreiras, fazendo história, e mostrando que o lugar delas é onde elas quiserem — inclusive jogando futebol.

Se a gente quer ver o futebol feminino crescer, temos que tambem fazer a nossa parte: encher os estádios e cobrar as grandes marcas e poderosos patrocinadores. Porque, no fim das contas, essa luta é nossa também.

Então, pergunto, cadê as mulheres nos jogos femininos? Será que a gente não precisa dar um empurrãozinho a mais nesse esporte? Ou será que é apenas uma questão de tempo até que as mulheres tomem conta das arquibancadas, assim como já estão tomando conta dos campos?

Hoje vejo apenas umas gatas pingadas aqui e ali. Afinal, se as meninas já estão fazendo bonito nos campos, nada mais justo que a gente também faça bonito nas arquibancadas, concordam?

E aí surgem várias perguntas para justificar o pequeno público, na maioria das vezes: será que os horários dos jogos não nos favorecem? A divulgação é quase invisível? Os locais dos jogos são complicados de chegar? Ou talvez seja falta de grandes patrocinadores? Ah, e não vamos esquecer das emissoras, que parecem ainda fazer corpo mole pra transmitir as partidas. A cobertura nas mídias digitais, então... quase nada! Sem falar no machismo nosso de cada dia, que ainda tenta segurar a barra quando o assunto é a mulher no futebol.

Resumindo: o público ainda é pequeno, a grana é curta e a atenção da mídia também. Mas olha, o futebol feminino brasileiro está numa crescente, e essa primeira final do Brasileirão Feminino 2024 deixou claro: elas chegaram, e é pra ficar! O show dentro de campo tá garantido. Só faltam as mulheres torcedoras agora fazerem a sua, a nossa parte. Mesmo assim, hoje foram perto de 30 mil pagantes.


Então, agora, fica o convite: mulherada, bora marcar presença! 

Porque, sinceramente, com o futebol que essas meninas estão jogando, o próximo grande ídolo do esporte pode muito bem ser uma delas. 

Beijos  Lia Estevão, jornalista e publicitaria

Produtora de albuns impressos e fotolivros

Informações com Lia no Whatsapp 16 9.9165-4497


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