segunda-feira, 3 de março de 2025

Maria Butcher incendeia o Carnaval do São Carlos Clube

No sábado de carnaval, um dos palcos do São Carlos Clube, no bosque, foi tomado pela energia contagiante de Maria Butcher, a nossa cantora preferida. De repente, o espaço se transformou num espetáculo vibrante, onde música, dança e animação se uniram em uma explosão de alegria e felicidade. Quem estava lá sabe - foi impossível resistir! Mais uma vez ela mostrou por que é uma das vozes mais queridas da região.

Maria é dessas artistas que não se contentam em apenas cantar – ela contagia, envolve e faz cada apresentação parecer uma grande festa entre amigos. E, desta vez, ela estava ainda mais radiante! Ao lado de seu fiel parceiro de palco, o músico André de Sousa, ela cantou, dançou, sorriu e fez o que sabe fazer de melhor: brilhar, e transformar cada momento em memórias incríveis. 

Enquanto um repertório recheado de músicas de todas as épocas ecoava pelo Bosque, Maria e André entregavam tudo no palco, comandando a festa carnavalesca com uma energia que parecia inesgotável. E o público? Ah, o público correspondeu à altura! A cada canção, mais pessoas chegavam, embaladas pelo ritmo contagiante do show. O São Carlos Clube virou um grande bloco de alegria, onde associados, amigos e familiares cantavam, dançavam e celebravam juntos.

E como todo grande show de Carnaval, teve de tudo: foliões improvisando coreografias inusitadas, crianças pulando e rodopiando sem parar, e até um senhor animado que resolveu transformar sua camisa em estandarte! O clima era de pura descontração e ninguém conseguiu ficar parado.

Maria Butcher tem esse dom raro de surpreender a cada apresentação. Com sua paixão avassaladora pela música e pela arte, ela não apenas canta – ela vive cada nota, sente cada batida e nos leva junto nessa jornada musical. E André, como bom amigo e parceiro de palco, ajudava a incendiar ainda mais a festa, interagindo com o público de forma espontânea e sorrindo sempre e muito. "É preciso viver o hoje, ser feliz", pareciam nos alertar para a importância do momento.

Quem esteve lá sabe: foi um show para ser lembrado. E quem perdeu... bom, fica o aviso: no próximo Carnaval, melhor garantir seu lugar desde já porque, se Maria e André estiverem no palco, a diversão é garantida!


Lia Estevão - Jornalista

Produtora de fotolivros e de albuns impressos 

Utilizando as fotos de seu celular

São livros que contam sua história

Informações pelo Whatsapp

(16) 9.9165-4497 com Lia

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025

Sambando na Dureza, mas com Glitter na Cara


 Ah, o Carnaval! Aquele momento do ano em que tudo se enfeita de purpurina, samba e um tantinho de caos organizado. De cair na gandaia!

Sempre gostei da festa. Das marchinhas nostálgicas aos batuques que fazem até a calçada tremer. No passado, era um tempo mágico, em que a gente esquecia as dificuldades e as desilusões amorosas para se fantasiar de qualquer coisa – princesa, cigana, trapezista ou até de abajur, porque a criatividade carnavalesca não tem limites. Tudo valia para sair pulando atrás dos blocos ou se esbaldar nas matinês, jogando confete e serpentina para o alto, como quem joga as preocupações para o universo. Lembro da empolgação de esperar o bloco passar, dos bailes nos clubes onde todo mundo cantava junto e dos lança-perfumes que deixavam o ar com aquele cheiro inconfundível de festança das boas.

Mas o tempo passou e, convenhamos, o Carnaval mudou. 

Antes, a gente se preocupava em não perder o sapatinho de cristal na folia (ou, no mínimo, o chinelo Havaianas). Agora, a gente torce para não perder o celular, a dignidade e o bom senso. Já não há matinês inocentes para a criançada, e os bloquinhos cresceram tanto que, de verdade, parece que estamos em um engarrafamento humano. 

O Brasil anda numa fase meio novela mexicana, onde todo mundo briga, os preços sobem mais rápido que escola de samba campeã, e a vida virou um eterno "quem pode mais, chora menos". Tá tudo caro, a paciência anda curta, mas... é Carnaval! Então a gente esquece que o café e a  picanha estão valendo ouro e vai pro bloco com a fantasia de "brasileiro guerreiro".

Sim, tem confusão, tem exagero, tem música que faria nossas avós desmaiarem de vergonha. Mas também tem alegria, tem encontro, tem aquele abraço suado no meio da multidão que vira história para contar. E tem uma coisa que segue firme e forte: o Brasil pode estar no sufoco, mas quando o tamborim bate, a gente ainda encontra um jeito de sorrir, sambar e fingir que segunda-feira não existe.

Então, bora aproveitar, porque depois vem a ressaca – e não falo só da cachaça, mas da realidade que nos espera na quarta-feira de cinzas. Até lá, que role o glitter, o batuque e a alegria, porque a vida já é difícil demais para não ter, pelo menos, quatro dias de pura fantasia.


Lia Estevão

Jornalista e produtora de albuns de fotos impressas, como livros que contam suas memórias

Informações por Whatsapp (16) 9.9165-4497




segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025

"Socorro, virei invisível! – Os efeitos nada divertidos de envelhecer".

Lia Estevão

Você percebe que o etarismo está batendo na sua porta quando, de repente, todo mundo começa a te chamar de "senhora(o)" com um tom meio piedoso. O garçom te entrega o cardápio já aberto na página das sopas, o médico fala devagar como se você tivesse voltado para a pré-escola, e sua opinião numa conversa some mais rápido que brigadeiro em festa infantil.

Fisicamente, a coisa também não ajuda. O metabolismo desacelera como um Wi-Fi ruim, os joelhos rangem mais que porta de filme de terror, e as rugas aparecem em lugares que você nem sabia que existiam. Mas o pior mesmo é o efeito social: as pessoas começam a agir como se sua data de validade tivesse vencido. No trabalho, te olham como um enfeite de prateleira. Na família, as decisões importantes são tomadas sem nem te consultar – mas, claro, se precisar de um bolinho de aniversário ou de um presente de Natal, é você quem tem que resolver.

O que pouca gente percebe é que esse isolamento forçado não afeta só o humor – embora ele vá ladeira abaixo mais rápido que dieta em fim de semana. O cérebro também sente. Quando te empurram para o cantinho do esquecimento, o risco de depressão, ansiedade e até problemas cognitivos aumenta. Afinal, se ninguém escuta o que você diz, pra que se esforçar para dizer? O perigo é começar a acreditar que não tem mais nada de interessante a oferecer, quando, na verdade, a experiência de vida já te rendeu um acervo digno de biblioteca.

E nem vamos falar dos conselhos gratuitos e não solicitados que começam a pipocar de todo lado. "Você tem que se cuidar!", "Já pensou em pintar o cabelo?", "Não é melhor evitar roupas muito jovens?". Parece que, de uma hora para outra, o mundo inteiro virou uma tia intrometida em reunião de família. O problema é que, ao invés de incentivo, essas "dicas" só reforçam a ideia de que envelhecer é sinônimo de declínio – o que é uma grande bobagem.

O resultado? Um combo de solidão, frustração e um leve desejo de sumir no mundo com uma mochila e um bom livro. Mas calma, que nem tudo está perdido! A melhor resposta para o etarismo é provar que idade não define competência, sagacidade ou a capacidade de dar boas gargalhadas. Então bora viver – e, se for pra ser invisível, que seja para fugir de boletos e reuniões chatas!


segunda-feira, 6 de janeiro de 2025

Cadê o tão aguardado 2025?

Epa! Cadê o tão aguardado 2025? Já estamos no dia 6 e, pasmem, continuo igualzinha aos dias passados. É como se o ano novo tivesse decidido tirar uma folga antes de começar. Dá para argumentar que ainda é cedo para sentir as transformações prometidas, mas, sinceramente... milagres não existem, não?

Eu só queria um, um bem pequenininho. Não precisa ser nada extraordinário! Algo simples, tipo: que os boletos resolvessem dar um pulo para o século XXIII e nos deixassem em paz, que os impostos governamentais fossem tirar uma soneca por uns meses, que o supermercado esquecesse como se faz para aumentar os preços, e, se não for pedir muito, que as embalagens parassem de emagrecer mais rápido do que eu na dieta (mentira, eu não faço dieta, mas vocês entenderam).

Ah, e a saúde! Essa merece um pedido especial: que ela fique comigo, com você, com todos os meus amigos – porque ninguém merece começar o ano enfrentando fila no hospital ou testando o limite do plano de saúde.

Mas, confesso, estou aqui olhando para frente e o que vejo é uma carruagem emperrada nos trilhos do ano passado. O jeito é ter paciência e começar a sonhar... com 2026! Porque, do jeito que as coisas andam, ou melhor, não andam , é melhor já ir preparando os pedidos para o próximo réveillon. Quem sabe os milagres resolvem atender a chamada. Ano que vem, claro!

E até lá, seguimos! Com humor, com resiliência e, se nada disso der certo, com aquele restinho de panetone que sobrou no armário – porque, meus amigos, rir e comer carboidratos ainda é de graça (por enquanto).

Se o mundo não mudou tão cedo, que ao menos a gente mude o jeito de encará-lo. E, convenhamos, rir é sempre a melhor maneira de atravessar qualquer ano – ou carruagem emperrada.

Beijos a todos e um feliz ano de 2025.

Lia Estevão - Jornalista



sexta-feira, 27 de dezembro de 2024

Cadê o Natal? Já acabou?



O Natal piscou. E passou. 

Foi como aquele parente que chega, abraça, come tudo, e sai voando antes de dar tempo de contar as fofocas do ano. Acreditem, a gente ainda nem terminou de tirar as etiquetas dos presentes (o papel de presente da tia-vovó já está guardado para 2025) e já tem aquele povo guardando as árvores, desmontando bolinhas e luzinhas e caçando espaço no armário para as lembrancinhas (muitas sem utilidade) que não sabemos onde enfiar.

Os panetones e os chocotones, que são os verdadeiros reis da festa, ainda estão na metade, os restos de peru já se transformaram em sanduíches improvisados, e tudo volta ao normal. Nenhuma novidade, nenhum acréscimo afetivo nem intectual, nada. Parece que passou tão rápido que o espírito natalino ficou só de passagem no Wi-Fi. O bilhete carinhoso, pessoal e informal, deu lugar a imagens criadas pela inteligência artificial e distribuídas pelo TikTok, Facebook, Instagram, Whatsapp. Nada além de um Feliz Natal junto com os enfadonhos "Bom Dia", "Boa Tarde", BoaNoite", que martelam nossas redes sociais sem dó, nem piedade. Será que alguém ainda se emociona ao ver esses pequenos anúncios sem alma? 

Mas verdade seja dita, tudo isso é válido, desde que estejamos vivos e com saúde. As tradicionais  reuniões natalinas das famílias, por exemplo, que acontecem aqui e acolá, pelo mundo afora, mostram que ainda existe um forte elo de ligação entre avós, pais, filhos, netos, tios e sobrinhos. Agradeço mesmo por, em casa, elas ainda acontecerem. É quando tudo vira uma festa...de amor. Eu sinceramente, curto bastante tais momentos. Principalmente quando as crianças não dormem e se divertem com os novos e muitos brinquedos criativos e interativos. 

De repente, depois da entrega dos presentes amigo/oculto (que este ano a sorte não me favoreceu...), uma voz se destaca em alto e bom som: não vamos fazer a foto na árvore?  Tudo pára, todos se arrumam e flash.  A foto testemunha quem foi, quem não foi, quem sorriu, quem estava de mau humor, quem foi rapidinho embora encontrar os amigos. 

Agora, passados um ou dois dias do evento familiar, começamos a nos preparar para o Réveillon, aquele evento mais democrático onde o branco reina em belos decotes ousadíssimos (será?) e o Novo Ano chega prometendo mundos e fundos, como todo político em época de eleição. Falaremos dessa festa depois. 


Que venha 2025, com calma, por favor, para a gente conseguir viver o momento sem piscadas apressadas! Como ocorreu no Natal.


Beijos

Lia Estevão


domingo, 8 de dezembro de 2024

André Rieu live in Bahrain 2024 (Full Concert)

Amigos, eu simplesmente sou apaixonada por André Rieu. Poderia passar horas, dias, meses, ouvido as músicas que tocam seus incríveis músicos. Ele, sempre bem humorado, feliz, carismático, transmite alegria, felicidade, momentos de encantamento, onde quer que se apresente. Vejam e ouçam aqui um de seus shows. Sintam toda a paixão que ele e seus músicos fazem fluir de seus instrumentos, de suas vozes incomparáveis, de seus olhares. Quisera poder estar presente em seus memoráveis eventos. Quem sabe, um dia?
Beijos meus queridos. 

quinta-feira, 5 de dezembro de 2024

Vamos refletir sobre os caminhos percorridos?

O tempo, implacável em sua caminhada, nos brinda com mais um final de ano. Faltam apenas alguns dias para encerrarmos 2024, um período marcado por uma infinidade de nuances. Ao olharmos para trás, somos inundados por uma enxurrada de memórias: alegrias que nos fizeram sorrir, tristezas que nos fizeram refletir e chorar.

Cada dia que passou foi como uma nova página em branco, esperando ser preenchida com nossas experiências e escolhas. Vivemos momentos de intensa felicidade, celebrando conquistas e compartilhando momentos especiais com as pessoas que amamos. Enfrentamos também tempestades, superando obstáculos que pareciam intransponíveis e aprendendo a lidar com a adversidade.

Neste final de ano, é fundamental dedicarmos um tempo para a reflexão. Quais foram os aprendizados que levamos de 2024? Quais sonhos realizamos e quais ainda persistem em nossos corações? Ao responder a essas perguntas, podemos construir um futuro mais consciente e alinhado com nossos valores.

A gratidão é uma virtude que nos conecta com o presente e nos permite apreciar tudo o que temos. Ao expressarmos nossa gratidão pelas pequenas e grandes coisas da vida, cultivamos uma sensação de plenitude e bem-estar. Que possamos celebrar as conquistas deste ano e, acima de tudo, agradecer por todas as oportunidades que tivemos.

Amigos, vamos aproveitar estes últimos dias para organizar as ideias para o próximo ano, relaxar e recarregar as energias.

Lembrem-se de que a vida é feita de ciclos, e que cada novo começo é uma oportunidade de recomeçar.

Destaques do blog da Lia

Minha sugestão: faça um fotolivro personalizado e eternize momentos especiais

  Minha sugestão: faça um fotolivro personalizado. Você tem 4258 fotos em seu celular, mas 4.000 são do seu cachorrinho, dormindo em posiçõe...