domingo, 30 de novembro de 2025

FORESTELLA: vício doce de um domingo qualquer

Depois de curtir a noite de sábado no São Carlos Clube — e seu já tradicional e imperdível Baile do Havaí, aquele desfile tropical de frutas, gente animada e, claro, Xanddy Harmonia espalhando alegria como quem joga confete no vento — resolvi dedicar meu domingo (dia 30) a outro tipo de espetáculo: mergulhar nos vídeos do grupo vocal sul-coreano FORESTELLA.

O quarteto — Bae Doo-hoon, Kang Hyung-ho, Cho Min-gyu e Ko Woo-rim — é um negócio sério. Sério mesmo. Quanto mais eu assisto, mais quero ver, mais quero ouvir… é aquele tipo de vício doce que a gente nem tenta combater. Tudo neles encanta: os rostos concentrados, os gestos que parecem coreografar o ar, os figurinos que nunca erram, e uma presença de palco que dá vontade de levantar e aplaudir a TV.

Ko Woo-rim 30 anos

As vozes? Um capítulo à parte. Cristalinas, afinadíssimas, tão bem costuradas que as quatro viram uma só. Não há ruído, não há tropeço, não há desafino — é como se eles respirassem música. Transitarem de Freddie Mercury a Lady Gaga parece, para eles, a mesma coisa que levantar da cama e ir tomar café. E ainda sobra repertório para as canções românticas, as clássicas, as modernas, aquelas que mexem com memórias que a gente nem lembrava mais que tinha.

E por falar em arrepio: amigos, ouçam Phantom of the Opera com o FORESTELLA. O arranjo é tão poderoso que a gente fica procurando onde esconder os pelos do braço que resolveram se levantar sozinhos. 

Os meninos alternam graves e agudos como quem troca segredos — com controle vocal absurdo, desses que fazem a gente ficar olhando para a tela em silêncio, tentando entender se aquilo é mesmo humano.

Eles quase não sorriem. E não precisam. O carisma deles está inteiro na entrega, na imersão, na história que cada letra carrega. E o público? Silêncio absoluto. É aquele respeito quase religioso, até o instante final, quando o teatro inteiro explode em aplausos e mãos em posição de oração, como quem agradece por ter testemunhado algo inacreditável. E é mesmo. Serão anjos? Ou deuses?

Kang Hyung-ho  37 anos

Aplaudo uma, duas, dez… um milhão de vezes esses rapazes que, desde 14 de março de 2018, com o álbum Evolution, decidiram buscar não apenas a perfeição vocal — mas o impossível. E alcançaram.

E se Freddie Mercury, Michael Jackson e tantos outros gigantes ainda estivessem entre nós, tenho certeza: estariam ali, na primeira fila de qualquer show do FORESTELLA. De pé. Batendo palmas. E enxugando lágrimas.

Lia Estevão - Jornalista

Produtora de Albuns de fotos impressas online por Whatsapp

Bae Doo - hoon 39 anos

Cho Ming- yu 34 anos


quarta-feira, 26 de novembro de 2025

Amigos deste Blog... precisamos conversar


Amigos que passam por aqui — sim, vocês mesmos, esses rostinhos anônimos atrás das estatísticas — precisamos conversar.

Há mais de dez anos escrevo neste blog. Nesse tempo todo, conquistei… dez seguidores.
Isso mesmo: um seguidor por ano.
Um rendimento mais lento que juros de poupança.

E perguntas? Olha… umas cinco, se muito.

Mas aí vem a mudança inesperada (plot twist): mais de 220 mil visualizações. Ou seja, vocês passam, olham, leem… e somem feito quem vê um ex no corredor do supermercado.

E eu aqui, tentando adivinhar quem são, o que gostam de ler e se estão rindo das minhas histórias ou apenas esperando o próximo texto.

Confesso: queria muito manter contato com vocês. Nem que fosse para dizer “Oi, Lia, tô aqui”.
Mas escrever exige coragem — e perguntar, então? É esporte radical.

Será que estou errando na comunicação?
Nas pautas?
Na  frequência?
Na divulgação?

Não sei. Mas sei que não estou satisfeita e quero melhorar.

Então, se você é um desses visitantes silenciosos que sempre aparece por aqui… me dá uma luz? Uma dica? Um sinal de vida?
Prometo não morder. No máximo, agradecer.



Responda Aqui Mesmo nos Comentários

Duas perguntinhas rápidas, para me ajudar a entender você melhor:

1. O que você gostaria de ver mais por aqui?

(Escreva o número da sua escolha nos comentários.)

1 — Crônicas do cotidiano
2 — Textos bem-humorados
3 — Histórias pessoais
4 — Reflexões mais profundas
5 — Surpresas (deixa por minha conta!)


2. Você lê o Blog da Lia há quanto tempo?

(Também é só escrever o número.)

1 — Primeira vez hoje
2 — Alguns meses
3 — Anos!
4 — Lia, sou praticamente sócio!


Obrigada por estar aqui.
Mesmo em silêncio, você faz companhia.


Lia Estevão - Jornalista e Publicitária

Expert na criação de albuns e fotolivros online

Informações por Whatsapp: (16) 9.9165-4497


quinta-feira, 13 de novembro de 2025

Procrastinar: a arte de adiar até o que a gente quer fazer

Tem dias emque eu acordo com a firme decisão de colocar a vida em ordem. Vou resolver tudo! Pagar contas, responder mensagens, organizar papéis, começar aquela dieta que já virou lenda urbana. Aí tomo um café, abro o celular pra “dar só uma olhadinha”... e pronto. Três horas depois, estou lendo sobre a vida amorosa dos pinguins.

Pois é, amigas, procrastinar é isso aí: adiar o que precisa ser feito, mesmo sabendo que o arrependimento já está ali, na esquina, esperando pra nos dar bronca.

Mas calma: não é preguiça (ou, pelo menos, não só). É quase um mecanismo de defesa. O cérebro entende que uma tarefa vai dar trabalho, causar tédio ou ansiedade — e, como todo bom amigo, tenta nos proteger. Só que a proteção dele vem em forma de distração. “Vai assistir uma série, depois você faz.” E o depois, claro, nunca chega.

O problema é quando essa “pausa estratégica” vira rotina. A gente entra num estado de moleza tão refinado que nem chocolate, banho quente ou cochilo resolvem. É como se o corpo pedisse férias e a cabeça fizesse greve.

Quer saber se você está nesse time? Vamos lá:
– O despertador toca e você negocia: “só mais dois minutinhos”. Spoiler: nunca são dois.
– Você abre o computador pra trabalhar e, misteriosamente, acaba organizando pastas, escolhendo fotos ou pesquisando receitas que não vai fazer.
– E quando percebe... o dia acabou e você está exausta — de tanto não fazer o que precisava.

A boa notícia é que procrastinar não é um defeito de caráter. É um problema de regulação emocional. A gente evita o mal-estar de uma tarefa difícil buscando pequenos prazeres imediatos. O cérebro só quer paz — mesmo que à custa da nossa agenda, do prazo e da consciência.

Mas há saídas, juro. Algumas funcionam de verdade:
Divida as tarefas grandes em partes menores (ninguém escala o Everest de uma vez).
Estabeleça metas realistas e comemore cada passinho.
Descubra o porquê dos adiamentos — medo, perfeccionismo, cansaço?
E crie um ambiente sem distrações. (Sim, esconder o celular por uma hora pode salvar sua produtividade e sua sanidade.)

Ah, e se você for do tipo fleumático — calmo, tranquilo, pacífico — já te aviso: esse temperamento carrega um gene da procrastinação. O lema é “faço sim, mas com calma”. O problema é que a calma, às vezes, vem acompanhada de um atraso básico de três dias.

No fim das contas, procrastinar é humano. Mas deixar de viver por causa disso é um desperdício. Então, minha amiga, bora fazer aquele telefonema, escrever aquele texto, começar aquele projeto que está no “depois eu vejo” há semanas.

E se for pra adiar alguma coisa, que seja a culpa. Essa sim, não leva a nada. 


Lia Estevão - Jornalista e Publicitária 

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sábado, 1 de novembro de 2025

A vida com enxaqueca (ou: quando a cabeça resolve fazer greve)


Quem tem enxaqueca sabe: não é “só uma dor de cabeça”. É um drama completo — com luz demais, barulho demais e, às vezes, vontade de morar dentro de um travesseiro.

A enxaqueca é uma daquelas criaturas misteriosas, influenciada por mil fatores. Mas, calma: dá pra melhorar (ou pelo menos fazer um acordo de paz com ela).

Estresse: é um dos grandes vilões. Se der pra trocar o surto por uma meditação ou uma boa risada, o corpo agradece. Yoga, respiração profunda, caminhada leve... tudo ajuda.

Água, muita água: parece bobo, mas a desidratação é um gatilho clássico. Copo d’água sempre por perto, combinado?

Comida: o prato também pode ser traidor. Queijos envelhecidos, vinho, chocolate (sim, dói no coração), alimentos processados e cafeína em excesso são suspeitos frequentes. O segredo é observar o que desperta o “monstro”.

Sono: dormir bem é o melhor remédio que ainda não vem em comprimido. Tente manter horários regulares — a cabeça gosta de rotina.

Tratamento: hoje há várias opções — medicamentos, acupuntura, terapias alternativas. O importante é conversar com um médico e descobrir o que funciona pra você (sem se automedicar, hein?).

Cada pessoa tem seus próprios gatilhos e sintomas: dor latejante, náusea, sensibilidade à luz, som e até cheiro. Ou seja, o que é inofensivo pra um, pode ser bomba-relógio pra outro.

A boa notícia? Dá pra viver bem com enxaqueca. Ela até pode aparecer de vez em quando — mas quem manda na cabeça, no fim das contas, é você.

Beijo, queridas

Visão geral criada por IA
As quatro fases da enxaqueca são: pródromo, aura, cefaleia (dor de cabeça) e pósdromo. Nem todas as pessoas vivenciam todas as fases, mas elas ocorrem em sequência, com sintomas que variam de alterações sutis de humor antes da dor, passando por distúrbios sensoriais (como visuais) e pela dor pulsátil e intensa, até a exaustão após a crise. 
1. Fase Premonitória (Pródromo)
  • Quando ocorre: Horas ou até dias antes da crise. 
  • Sintomas:
    • Fadiga, bocejos frequentes 
    • Alterações de humor (irritabilidade, tristeza, euforia) 
    • Desejos alimentares específicos (como doces) 
    • Dificuldade de concentração, rigidez no pescoço 
    • Constipação ou aumento da sede e frequência urinária 
2. Fase da Aura
  • Quando ocorre: Geralmente precede a dor de cabeça, durando de 5 a 60 minutos. 
  • Sintomas: São distúrbios neurológicos transitórios. 
    • Visual: Pontos cegos, pontos pretos, flashes ou cintilações de luz, visão embaçada, zigue-zagues 
    • Sensorial: Formigamento no rosto, nas mãos ou em outras partes do corpo 
    • Motor: Dificuldade para falar ou entender palavras, ou fraqueza em um lado do corpo (em casos mais raros) 
3. Fase da Cefaleia (Dor de Cabeça)
  • Quando ocorre: É a fase mais intensa, que dura de 4 a 72 horas. 
  • Sintomas:
    • Dor pulsante, geralmente em um lado da cabeça 
    • Sensibilidade extrema a luz (fotofobia), som (fonofobia) e cheiros (osmofobia) 
    • Náuseas e vômitos 
4. Fase de Resolução (Pósdromo) 
  • Quando ocorre: Pode durar de 24 a 48 horas após a dor de cabeça cessar. 
  • Sintomas: Semelhantes aos do pródromo, como: 
    • Fadiga extrema 
    • Dificuldade de concentração 
    • Sensação de cabeça pesada 

domingo, 5 de outubro de 2025

Pois é, minhas amigas. O Natal está chegando!

Amigas, vamos juntas dar vida às suas histórias?

Que tal transformar as fotos guardadas no celular em um tesouro para a vida toda? 

Outubro é o mês perfeito para começar a preparar os presentes de Natal — com tempo, calma e carinho. É quando você pode escolher com tranquilidade os momentos mais especiais, selecionar as fotos que ama, personalizar o modelo do seu fotolivro, incluir textos, datas, desenhos… e acompanhar tudo até a aprovação final.

E o melhor: tudo online, de forma simples e prática, sem sair de casa.

Pense nisso: um fotolivro é muito mais do que um presente.
É um livro único, cheio de emoção, memória e afeto — uma lembrança que encanta, decora e pode ser folheada sempre que a saudade apertar.

Neste Natal, presenteie com sentimentos.

Me chame para conversarmos e criar juntas um fotolivro que conte a sua história — ou a de quem você ama.

Faça um teste sem compromisso e descubra a magia de ter suas fotos sempre ao alcance das mãos.

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Informações técnicas

Capa: dura, impressa e laminada (brilho ou fosco), com lombada.      

Mínimo e máximo de páginas: 20 a 150 páginas. 

Miolo: papel mais fino, couché 170g/m², não laminado.

Tipo de abertura: tradicional.

 Formatos: quadrado, paisagem e retrato.

Disponível nos tamanhos: 14,8x14,8 cm, 14,8x21 cm, 21x21 cm, 21x29,7 cm, 29,7x29,7 cm.

Informações e pedidos com Lia Estevao por whatsapp (16) 9.9165-4497




terça-feira, 23 de setembro de 2025

Quando uma Rua em São Carlos vira portal — e o passado resolve dar o ar da graça.

Setembro, vinte e um. Ano de 2025.

Como sempre, o mundo parece um brechó de contradições, mas montado como um reality interminável — peças antigas misturadas com intrigas banais, tudo exposto em liquidação permanente.
E cá estou eu, tentando decifrar se é para rir, chorar ou simplesmente pedir a conta e ir embora.

Voltava do tradicional almoço de domingo em família quando, ao entrar na Carlos Botelho, fui pega de surpresa por algumas ruas interditadas, bem perto de casa. Nervosinha, como escorpião que sou, fui logo esperneando. “Bem aqui?”, resmunguei ao ver o grupo de uns quarenta universitários da Federal (ou seria da USP?), e mais uns agregados, protestando no meio da rua.

Cartazes, gritos de ordem e aquela convicção vibrante de quem acredita que vai mudar o mundo já na próxima assembleia. "Fora não sei quem!", "Prisão para fulano!", "Abaixo sei lá o quê!" — frases familiares, apenas recicladas para os dramas atuais.

De repente, um turbilhão de recordações me engoliu. Enquanto esperava (mesmo porque não dava para sair do lugar), senti-me voltando no tempo. Aqueles tambores, os passos firmes, os gritos... tudo me puxava para outro cenário, meio século atrás.

Vi a mim mesma, cinquenta anos antes, também cheia de energia, convicta de que minhas verdades eram inquestionáveis, marchando pelas ruas do centro de São Paulo ao lado de amigos, cavalos gigantes e policiais assustadores. Recordei cartazes enormes, caminhadas corajosas, aquele entusiasmo juvenil que dispensava cautela. Naquele tempo… ah, como parecia que sabíamos de tudo!

Final dos anos 60. Década de 70. A política fervia, havia censura, ideias multiplicavam-se — e lá estava eu, protestando (nem sei bem o quê), querendo registrar tudo, fazer parte da turma que se achava intelectualmente privilegiada, dona das certezas do mundo. Caetano, Chico, Gil, Djavan, Vandré eram meus ídolos. “Cálice”, “Pra não dizer que não falei das flores”, “Alegria, alegria” eram os hinos contra a ditadura. E “Opinião”, na voz de Nara Leão? Como esquecer?

De volta ao presente, percebi que a pequena e barulhenta passeata seguia agora para a Praça XV. Observei, tranquila, refletindo sobre o tempo e o que realmente mudou. Resposta curta: quase nada.

Apesar dos novos personagens, as palavras de ordem eram as mesmas, a inquietação juvenil idêntica, a raiva contra um inimigo comum repetida. Esses jovens pretendem mudar o mundo com suas ideologias, suas crenças? Nós não mudamos naquela época. E tudo permanece igual. Basta olhar para esta aglomeração, incapaz de uma análise, ainda que rasa, do porquê de suas indignações, revoltas.

Cheguei em casa e liguei a TV nos noticiários: protestos pipocavam por todo o Brasil. A mesma energia, as mesmas reivindicações, as frases feitas, os clichês. Confesso que, na minha época, éramos mais focados, mais sérios, mais conscientes da situação do país. O que vi hoje, tanto em São Carlos como no resto, foi um carnaval antecipado, com artistas veteranos cantando sucessos de cinco décadas atrás (compuseram nada novo?), animando grupos que buscam apenas esquecer os dias difíceis e sem perspectiva que estão vivendo. Pão e circo.

Após esse turbilhão de recordações, só me resta chorar.

Lia Estevão

 

 "Quando o mundo estiver unido na busca do conhecimento,

 e não mais lutando por dinheiro e poder, então nossa sociedade

poderá enfim evoluir a um novo nível."

Destaques do blog da Lia

Minha sugestão: faça um fotolivro personalizado e eternize momentos especiais

  Minha sugestão: faça um fotolivro personalizado. Você tem 4258 fotos em seu celular, mas 4.000 são do seu cachorrinho, dormindo em posiçõe...