terça-feira, 25 de setembro de 2012

O QUE FAZ VOCÊ FELIZ?



Ai que lindo!!!
Quem não ama ser feliz? Eu amo de paixão, você também,
 e ele, com certeza. Vamos sorrir muito, amigos.É primavera!  
Livros de auto ajuda nunca me chamaram a atenção. Tanto que jamais consegui ler um deles até o fim. Lá pela décima página começo a "sentir" que todas aquelas lições não passam de paliativos (acalmar, atenuar, ou aliviar momentaneamente um mal) para as pessoas resolverem seus problemas. Mas como acredito que a leitura, seja lá do que for, é indispensável para uma melhor qualidade de vida, tais livros ganham importância imensurável ao estimular o hábito da leitura diária como agradável fonte de lazer.

Mas que a verdade seja dita: a gente gosta mesmo de saber como ser mais positiva, como sorrir mais, como e onde obter ajuda para realizar alguns sonhos. Concordam comigo? Eis algumas dicas que gosto de reler, vez em quando. Aproveitem!

1. Quem não exterioriza suas emoções corre o risco de desenvolver alguns tipos de doenças, como úlcera, gastrite, problemas intestinais, doenças cardiovasculares, hipertensão arterial, derrame cerebral, e até alguns tipos de câncer. Sendo assim, exponha seus medos, incertezas e inseguranças sem receio de ser considerada fraca.

2. No ambiente profissional, cultive bons relacionamentos. Muito do estresse e da tensão que geram doenças está ligado não ao excesso de trabalho, mas às relações interpessoais. Faça do trabalho uma fonte de prazer e não de sofrimento. Sorria sempre! Sua saúde agradece.

3. Quer se livrar da tensão acumulada nos ombros? Então, adote o movimento do "tô nem aí": eleve os ombros ao mesmo tempo, até a altura do queixo, e solte. Faça isso dez vezes, pelo menos três vezes ao dia. 

4. Para alegrar seu dia, de imediato, use uma roupa colorida. Aprenda a escolher a cor de acordo com seu estado de espírito ou seus objetivos. Observe: o vermelho está associado a paixão e coragem; o amarelo, ao sol e ao otimismo; o azul, a receptividade e calma; o branco, a pureza e paz espiritual; o verde, a tranquilidade e equilíbrio.

5. Evite sempre reclamar da vida ou dar trela a quem tem esse hábito. E, também, não se dê tanta importância, experimentando rir de si mesma quando se flagrar num ataque de rabugice.

6. Em casa, despache os cacarecos. O feng shui recomenda, e os psicólogos são categóricos: livre-se das tralhas. Tente aplicar a máxima "compre uma coisa, mande outra embora". Além de poupar espaço, isso também a faz pensar duas vezes antes de gastar por impulso.

7. Seja você mesma. Sabe o que é ser autêntica? É ser honesta com seu jeito de ser. É primeiro agradar a si mesma e depois aos outros. É não abandonar o próprio estilo em prol de uma aceitação do grupo. Assuma, sim, sua personalidade, sem medo de ser rejeitada e sem receio de não se encaixar nos padrões. Dizem que pessoas autênticas são iluminadas, sem necessariamente serem bonitas.

8. Agora, um pouquinho de moda, claro. Para estar bem com seu visual - o que é importante demais para o bem estar, e para uma auto estima elevada - evite pequenos detalhes que, geralmente, desfavorecem  qualquer produção. Copiar um look da cabeça aos pés só porque está na moda. Comprar uma peça que não combina nem um pouco com o seu tipo físico.

9. Tem mais: exagerar em tudo para que todos os olhares se voltem para você. Cair na tentação de comprar peças de má qualidade porque estão com um bom preço. Copiar as roupas, o cabelo e o jeito de falar da mocinha da novela das 8.

10. Enfim, evite usar qualquer peça de roupa ou acessório com que não se sinta confortável. Huberto Rohden, no livro Em Busca da Felicidade, diz: "Ser feliz é estar em perfeita harmonia com a constituição do Universo".


SUPERBEIJO 

sábado, 15 de setembro de 2012

Capitulo Um. Eu, você, nós...e os sites de relacionamentos. Solução ou problemão?



Na falta de uma boa foto para ilustrar este texto sobre sites de
relacionamentos, e como o blog ama as coisas da moda, fica
aqui uma de minhas tendências preferidas para um
verão 2012/2013 bastante estiloso: a renda.
Assim como existem dias em que acordamos totalmente desanimadas, com um mau humor do caramba, e total falta de energia para encarar os desafios (?) de um cotidiano morno, fútil, e sem grandes perspectivas, também existem aqueles outros em que, logo ao despertar, sentimos uma ansiedade inexplicável, tipo necessidade urgente, quase sufocante, de tornar esta nossa vida menos entediante, mais prazerosa, e totalmente útil. Com o coração acelerado, procuramos entender essa “explosão” de vida, que nos acomete momentaneamente, para sair em busca de tudo que provoque transformações imediatas em nosso estilo de viver a vida.  

Pois são exatamente nesses dias, ou nesses momentos, ou nesses segundos, que, com cara e coragem, todos deveríamos dar aquele “chega prá lá” aos medos, às vergonhas... E começar a viver o dia-a-dia, a semana, o mês, os anos que ainda nos restam, mais de acordo com nossos sonhos e nossos desejos.

Pois, queridos amigos do blog, foi num desses curtos momentos de “explosão” de vida, quando acreditamos que o mundo é maravilhoso, que as pessoas são sensacionais, e que tudo é possível de realizar, que conclui ser “bom demais” ter uma companhia neste incrível universo. Uma companhia que não fossem as sobrinhas, ou a família. Uma companhia para viajar, passear, ir ao cinema, ao restaurante, para fazer exercícios, passar dias num spa, subir em árvores, tirar o leite da vaca... Enfim, para “quase” tudo,  porque o controle remoto da televisão é só meu. Isso, pessoal, eu simplesmente não compartilho. 

Espertinha como sou... E não querendo pedir ajuda a ninguém para conhecer alguém encantador que ainda desconheço (mesmo porque ainda estou naquela fase de pouca conversa, de poucos amigos, e de nenhuma badalação) lá fui eu até o fascinante universo da Internet, me inscrever num site de relacionamentos. Se quiserem, vocês podem “se acabar” de tanto rir, antes de prosseguir na leitura.

A verdade é que eu fiz MESMO o tal cadastro, coloquei foto (a melhorzinha que encontrei), e até respondi várias perguntas sobre minhas preferências. Nesse processo até esqueci do quanto sou incrédula, ou melhor, da minha total descrença nas possibilidades de um relacionamento afetivo, tendo como base o mundo virtual. Tais encontros, quando acontecem, são como ganhar na loteria: um em um milhão.

De qualquer forma, como acordei querendo mudar a vida “bem depressinha”, querendo sorrir (e rir) de quase tudo, querendo voltar a crer em magia, encantamento, sonhos, pensei... Internet é solução! Porque, amigos, está realmente complicado equilibrar, por exemplo, as coisas da alimentação, da casa, do trabalho... Ou é demais, ou é de menos. Antes tinha mãe Lourdes, uma cuidadora, uma enfermeira, irmã, cunhado, mais quatro sobrinhas que viviam por aqui... Agora sou apenas eu.

Pergunto: existem chances, mesmo que remotas, desses sites darem um “up” ao nosso cotidiano? Aguardem o Capítulo Dois...

SUPERBEIJO

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Vovó Lourdes. Sinto muito sua falta, mãe...



Vovó Lourdes em foto recente, com sua
 inseparável Lana Maria
Há tempos, mamãe Lourdes já não estava bem de saúde. Mas nós estávamos tão felizes em tê-la conosco, ativa com seus oitenta e muitos anos, que nem percebíamos o agravamento das suas muitas dores, do seu andar cada vez mais lento, da já acentuada curvatura do corpo, dos esquecimentos constantes, da sua fragilidade.

Tanto era assim que, raramente, alguém da família se “atrevia” a passear sem ela. Mesmo se fosse preciso, por vezes, carregá-la nos braços. Vovó Lourdes, como todos a chamavam, estava sempre disposta a nos acompanhar, não importava para onde e nem as distancias. Todos, família e amigos, já sabiam que ela estaria presente onde quer que estivéssemos: reuniões familiares, festas que as netas organizavam no sítio, restaurantes (ela adorava pizza de palmito e comida chinesa), eventos do clube da cidade (carnaval, festa junina, baile do Hawai), cinemas, e até nas muitas idas da família ao aeroporto. Chorava ao ver as netas indo. Chorava ao vê-las chegando. 

Eu, mamãe e Paulinha: a gente viajou juntas para a Pousada
do Rio Quente. Bom demais! 
Viagens de férias sem ela, então, nem pensar! Vovó Lourdes era sempre a primeira no quesito “fazer as malas” e, acreditem, as dela geralmente ficavam prontas com uma semana, ou até mais, de antecedência. Principalmente se íamos para a Pousada do Rio Quente. Como ela amava as duchas do resort! Ficava horas massageando braços e pernas. Chegava a ser engraçado... Acho que, desde que moramos em São Carlos, fomos umas quatro vezes com ela para lá. Que bom! 
O genro amado, e a filha que a enchia de orgulho.
Era a melhor profissional entre as melhores, dizia



Na verdade, ela só ficava em 
casa quando as netas iam para as baladas. Isso porque não a convidavam. Elas diziam que “baladas” eram só para os jovens... Como se vovó Lourdes fosse uma “velhinha” qualquer. Velhinha, meus amigos, ela nunca foi mesmo. Acho até que, ao nascer, Deus aboliu essa palavrinha chata do seu vocabulário. Velhinhos até podiam ser os outros, sei lá. Mas ela jamais. Vovó Lourdes simplesmente tinha “bastante idade”. Mas não pensem que ela mentia no “bastante”. Isso não. Tinha orgulho dos tempos vividos. Ela só, digamos assim, omitia sua idade real quando, sabe-se lá porque, percebia certo preconceito nas amigas mais jovens da hidroginástica, lá do clube São Carlos. Preconceito logo com ela, que topava qualquer parada, e que não tinha medo nem de se aventurar nos esportes radicais? Que bobagem! Mesmo assim, gostava de “esconder” uns quatro ou cinco anos.

Participar de brincadeiras era com ela mesma. Com ou sem
dores, estava sempre conosco.
Lembro-me dela, já perto dos oitenta anos, se divertindo nos brinquedos mais desafiadores da Disneylândia. Quanta ousadia ao subir nas montanhas russas mais altas e longas do mundo! Eu e minha irmã não parávamos de tremer e gritar. Ela apenas sorria, feliz com tudo. As netas adoram sua coragem. Eu falava... ”olha o coração”, “ainda vai enfartar”... E ela sorria sempre. Nossa! E quando fomos até Brotas? Foi a primeira a entrar no tal barquinho para descer o rio cheio de correntezas. Ela e as netas. Eu confesso que, de novo, só tremia com receio de me afogar. Ela? Sorria toda orgulhosa. Dizem as más línguas que vovó Lourdes foi a mulher mais velha... Desculpem... Com “mais idade” a praticar esse esporte radical. Ela era assim. Sem medos. Porque a vida ensinou isso a ela.

Vovó Lourdes também era vaidosa, muito. E bastante irreverente. Ela gostava de cabelos vermelhos, e os pintava sempre. E jamais saia de casa sem brincos e colares. Só que tudo combinava perfeitamente com ela, tal era sua alegria de viver. Também tinha verdadeira obsessão por roupas novas e jovens. Aliás, parecia uma verdadeira  criança toda vez que a gente trazia blusas, calças jeans e vestidos de São Paulo. "Nada de ficar guardando", dizia toda feliz com os presentes ganhos fora das datas tradicionais. Queria usar tudo o mais rápido possível, e passear por aí toda chique.    Nem que fosse só para levar seu cachorrinho (Rick Martin) ou cachorrinha (Lana Maria) para dar umas voltas na praça XV. E como ela amava esses bichinhos! Tanto quanto a nós, filhas e netas. Até sapatinhos comprou para eles. Pode isso?
Nas piscinas, fazia a festa. Nunca vi ninguém
 gostar tanto de água

Gostava de ver a família reunida. Aqui, na formatura
da Fernanda. Já bem doentinha.
Tirando as duas palhacinhas ao fundo, ficam Diego e Renata.
Para ela, as duas pessoas mais lindas da terra.
E aí de quem a ousasse contrariar. Ela emburrava e pronto.

Também, devo aqui ressaltar,  ela era teimosa  que só, principalmente durante nossas discussões. Não faz muito tempo, gastei toda sua  aposentadoria pagando algumas contas. Jesus! Como essa mulher ficou brava! O dinheiro, como sempre, era para dar de presente a uma das netas. Pois acreditem: ela me fez sair, ir ao caixa eletrônico da Rosário 24 horas, e pegar seu dinheiro de volta. Não queria nem saber como eu iria fazer isso. “Quem mandou gastar”, repetia. E queria, porque queria, o “presente” da netinha de volta. Acho que era o da Paulinha, por quem tinha verdadeira paixão. Só sei que eram quase 23 horas e que chovia prá caramba. Mesmo assim lá fui eu... guarda chuva a postos... xingando pelos cotovelos... só faltou a dança do Fred Astaire...  Depois, tudo virou piada, como sempre. Mas o dinheiro chegou e ela o pegou rapidinho.  

Pensando bem, ela não gostaria nem um pouco se eu não falasse que ela, vovó Lourdes, amava de paixão 

todas as netas, e que vivia para vê-las feliz. Quantas noites não a vi rezando seu terço, muitas vezes ajoelhada, até já sem poder, para a Renatinha ser sempre alegre e bem sucedida nos trabalhos, lá do outro lado do mundo, para a Juliana encontrar seu verdadeiro caminho, e sem nenhum sofrimento, para a Fernandinha conseguir o emprego que sonha, mesmo tendo que também ir para longe. Rezava e ascendia velas. E esperava pelas visitas, pelos abraços. Pelos beijos. Que, graças a Deus, sempre vinham.
Aqui, na formatura da Juliana. Nunca a vi tão feliz por
uma neta ter conseguido se formar. Uma neta

que ajudou a criar, educar.

Sinto muita a sua falta, mãe
Poderia falar de vovó Lourdes por horas... dias... meses... E das coisas que não voltarão jamais, como as rabanadas especiais de final de ano, a bacalhoada sem igual que preparava no Natal, ou os presentes que ela fazia questão de acumular nos aniversários de todas nós, ou na árvore de Natal... Coisas que não voltarão jamais.  

Mamãe era assim: uma mulher humilde demais, determinada demais, corajosa demais, que gostava de todo mundo, menos de quem ousasse falar qualquer coisa negativa sobre mim, minhas irmãs, ou sobre as netinhas adoradas, e o genro que amava de todo o coração, e a quem considerava mais do que um filho legítimo.

Mal acredito em tudo o que aconteceu. Depois de 93 dias de UTI na Casa de Saúde, e mais cerca de um mês na Santa Casa ela se foi. Confesso a vocês que já esperava por isso e, ao mesmo tempo, não esperava por isso. No momento, me sinto em meio a um grande e silencioso vazio. Às vezes revoltada. Às vezes conformada. Atordoada. Sempre imensamente triste...


SUPERBEIJO

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Estive em São Paulo. Acreditem: a cidade está que é uma loucura só!

O toque macio, a mistura do cetim com a
musseline, e a estampa exclusiva, fazem
 toda a diferença. Use com legging e cinto. 

Ontem estive em São Paulo.

Meus amores, a cidade está que é uma loucura só. É mais ou menos assim: ou você assimila o ritmo do pessoal de lá ou o pessoal de lá simplesmente “atropela” você nas calçadas esburacadas, ou em manutenção, como a Faria Lima, Rebouças, Cardeal Arco Verde. Sem perceber...lá está você tropeçando e andando feito bêbado nas madrugadas. Isso quando não acontece de você,  literalmente, se "esborrachar" no cimento paulistano. 

Tem mais. Nos metrôs, então, essa coisa toda é pior ainda (no meu caso, fui várias vezes “atropelada” na linha amarela que, diga-se, tem cara de primeiro mundo). O mesmo ocorre nas ruas: milhões de carros, milhões de motos, milhões de pessoas apressadas, estressadas, e você no meio de toda essa “organizada” bagunça, só percebendo a confusão do tal “universo paralelo” se um pequeno imprevisto acontece. Por exemplo: dar uma paradinha e ficar alguns segundos na dúvida da direção a seguir. Pronto! Todos invadem seu espaço, num empurra-empurra cinematográfico. Uau!!!! é uma loucura. Uma loucura que, confesso, ainda amo de paixão... 
Esta peça, com influência meio apache, eu amei.
Vale usar com calça, saia e short.
O uso do cinto, claro, atualiza o look.

Fui a São Paulo fazer compras para a Adornare Delivery.

Como alguns amigos sabem, até o final de 2012, para facilitar minha vida e continuar trabalhando com moda (que amooo), adotei o sistema de vendas por "delivery". Então, agora, vou mensalmente às confecções para saber das novidades e escolher as blusas, malhas e camisas que considero modernas, práticas, e indispensáveis no guarda roupa de mulheres super ocupadas, que vivem intensamente as 24 horas do dia.  Depois, eu as levo até minhas clientes-amigas, do tempo em que a loja ficava na Praça XV. Também as encaminho até as novas pessoas que vão surgindo pelos caminhos, e carecem de tempo para suas compras. Deixo cerca de 20 peças por um ou dois dias. 

Sem cinto... elegante e confortável!
Com cinto... perfeito! 
Gosto mesmo desse esquema. É um jeito, válido, de não ficar distante dos amigos que conquistei em mais de 12 anos no comércio da moda desta cidade.

Se você também  gostou da ideia, me manda um e-mail (liae@terra.com.br), ou me liga 9165-4497 (Claro), ou deixe recado nesta página (HTTP://liaestevao.blogspot.com) que entro em contato. 
A estampa é o hit do momento.
Básica em malha, com mangas de renda. 

Básicas de malha, em novas modelagens,
e sempre com "aquele" detalhe estiloso.
Agora, vou postar umas fotos das compras deste mês. São peças básicas, mas inspiradas nas atuais tendências da moda. E a preços convidativos. Destaque especial para as blusas de malha, detalhadas por rendas, recortes, botões, e barras atualizadas (um pouco mais longa na parte de trás). E, também, para os modelos estampados com os temas de agora, belíssimos, modernos, de toque macio, em seda, cetim, musseline... As modelagens são práticas e confortáveis, detalhadas por mangas e costas ora em tela, ora em renda, e até com um mínimo de transparência. São peças “informais, “felizes”, que deixam você, no mínimo, com uns 10 anos a menos, e muito brilho no olhar. Confiram! Vamos às fotos?
        
         SUPERBEIJO 

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Trânsito de São Carlos: exemplo de deselegância no comportamento.



Agressividade? Intolerância?  A elegância
 no comportamento é difícil de se ensinar. 
Espero que você concorde comigo: o trânsito em São Carlos está deixando todo mundo estressado, com os nervos à flor da pele. E o que é pior: está deixando todo mundo esquecer a importância da educação e da gentileza para um melhor entendimento entre os seres humanos.

Ruas interditadas, congestionamentos, excesso de carros, excesso de motos, velocidade exagerada, intolerância, desrespeito... Tudo isso parece gerar o terrível vírus da deselegância entre os motoristas. Que triste! Ou será que tudo isso apenas deixa evidente que o tal vírus já se desenvolveu e já contaminou toda nossa estrutura psicológica e emocional. O que é mais lamentável ainda! Ofensas e brigas valem a pena?

Pois é, queridos leitores, essa deselegância nos comportamentos me incomoda e preocupa demais. A tal ponto que, hoje, só pego o carro quando as distâncias ultrapassam meus limites. Quero me poupar da fúria que embrutece parcela significativa dos cidadãos desta cidade.

O estilista francês Yves Saint-Laurent, ao afirmar que “sem elegância no coração, não há elegância”, nunca foi tão verdadeiro. Porque é assim mesmo. Reparem como as pessoas ficam com suas feições alteradas sempre que perdem o autocontrole. Sem falar na postura. Nesses momentos, de nada valem o carro da moda, a maquiagem importada, as roupas de grife, as joias. A deselegância no comportamento iguala a todos. Negativamente.

Por outro lado, o ato de ser gentil beneficia, mais do
que a qualquer outro, a nós mesmos.

Acredito realmente que, com homens e mulheres cada vez mais agressivos, descontrolados, a arte de conviver com elegância na sociedade atual, é o que realmente nos diferencia, nos confere estilo, e nos torna pessoas melhores. Uma pena que “para ser elegante” não possa ser aprendido em cursos ou em manuais. Não existem técnicas que ajudem. Pessoas elegantes são “assim”, elegantes, desde que acordam até a hora que dormem. Iluminadas. Charmosas. Carismáticas. Elas não desobedecem as leis, não brigam no trânsito, não perdem a compostura, sabem retribuir carinho e solidariedade, e sabem rir de si mesmas.

Afinal, quem pode ensinar alguém a ter uma visão generosa do mundo? A ter um coração sensível? Ninguém. “A vida sempre traz conflitos. Aprenda a lidar com eles com elegância”, diz Kathy Wagoner com sabedoria.

Meus amores, não vamos esquecer JAMAIS que, antes de tudo, o ato de ser gentil beneficia, mais do que a qualquer outro, a nós mesmos.

SUPERBEIJO

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Bolsas confirmam: o universo feminino cabe na palma da mão!




Uma bolsa assim...dá aquele "up" ao
 visual. Moderna, sofisticada, prática!
VOCÊ já experimentou ir a algum lugar sem carregar a bolsa, seja ela qual for? Eu garanto que é uma experiência terrível! Parece que estamos, simplesmente, no meio do nada e “nuazinhas”. E quanto às mãos? Elas ficam prá lá e prá cá, perdidas, mostrando toda nossa insegurança em seguir adiante. Pois é, amigas do blog, sem uma bolsa ficamos completamente “descontroladas”. Mas, afinal, o que a torna tão importante assim?

Deixo o psicológico para quem entende (certo queridíssima Silmary Bertolani?) e vou direto ao que sempre é um mistério: o que as mulheres carregam de tão fundamental em suas bolsas? “O mundo”, respondo de imediato. E você, o que acha?

Lá tem de tudo. Da maquiagem aos remédios do dia-a-dia; da caderneta para anotações ao celular ou notebook; dos óculos de sol, aos lenços de papel, minicarteiras, chaves, cartões... Tem tudo o que você possa imaginar.

Por ser tão necessária a nós, mulheres, as principais grifes nacionais e internacionais atualizam seus catálogos a cada temporada, com novos modelos, novas cores, novos tamanhos, novos detalhes. Só para nos conquistar. E conquistam! Não fossem os preços tão altos, teríamos dezenas delas no guarda-roupa, não é? Todas chiques, modernas, sofisticadas, perfeitas para completar o visual nosso de cada dia com muita elegância.

Vocês sabem que elas indicam, também, status? Por isso, queridas, muita atenção para as promoções que ocorrem no mercado das bolsas de grife, nos finais de cada estação. Creio que é o único jeito da gente, classe média, adquirir uma daquelas belíssimas, que as famosas ostentam por aí. Ou você tem como desembolsar uns sete mil dólares por uma Louis Vuitton, ou Prada, por exemplo?
As famosas preferem modelos gigantes, e muito
coloridos. Além do amarelo, o pink é outra opção charmosa. 

No momento, os “hits” são as bolsas gigantes, no color blocking, coloridíssimas, que conferem um ponto de luz ao look. Um acessório que, segundo os estilistas, não precisa combinar com os sapatos. A bolsa tem, sim, identidade própria.

Afinal, o que as mulheres carregam de tão importante?   
   
Sabrina Sato (Revista Quem): lenço Louis Vuitton, carteira Louis Vuitton, batom, celular, óculos Christian Dior, caderno de anotações, vitamina Redoxon, o livro Nietzsche para Estressados, bolsa de remédios, Ipod.

Fernanda Motta (Revista Quem): bijuterias, carregador de celular, chá digestivo Finocarbo Plus, Óculos Prada, Agenda, chiclete Mentos, Celular Blackberry, maquiagem, chaveiro, adaptador de tomada.

Marina Ruy Barbosa (Revista Quem): carteira, celular Blackberry, água termal e protetor solar Vichy, perfume CH, Carolina Herrera, nécessaire com blush, rímel, corretivo, hidratante e brilho labial, folhas antioleosidade, óculos Ray-Ban aviador, Ipad, um livro, chaveiro Louis Vuitton, balas de menta.

Achei interessante, divertido. O que vocês acham?
Dá para sorrir um pouco? 





 SUPERBEIJO

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Encante com simpatia, confiabilidade, qualidade. E um sorriso prá lá de gostoso iluminando o rosto.



Verdade: seu sorriso vale mais do
que mil palavras
A verdade é que, queiramos ou não, estamos sendo observadas todas as vezes que nos expomos publicamente. O que nos “obriga” a ter certos cuidados com o visual. Eu disse, sim, “obriga” porque a aparência ainda é fator determinante de inclusão em qualquer dos segmentos da sociedade. Portanto, amiga, não prejudique sua imagem por causa de pequenos deslizes nas produções.   

Dia destes, li uma entrevista do escritor Guy Kawasaki, na revista Você S/A, sobre como encantar pessoas. Achei superinteressante. O que ele chama de encantamento é um processo de construção de relacionamento com base em três pilares: simpatia, confiabilidade e qualidade. Pois bem: eu acrescento mais um pilar para essa construção: visual.

Vejamos, ele diz que ser simpático é fazer da palavra “sim” sua resposta padrão, além de manter um sorriso amigável no rosto. Em relação à confiabilidade, “a atitude mais importante”, ele ressalta, “é estar disposta a confiar nas pessoas antes que elas confiem em você”. Quanto a qualidade, ele prossegue afirmando que é “impossível oferecer uma porcaria de produto e acreditar que vá encantar alguém”.

Agora eu falo do visual. Pergunto: é possível “encantar” pessoas com um visual desleixado, fora dos padrões atuais, e sem “camuflar” aqueles pequenos defeitinhos que tanto nos incomodam? É possível "encantar" sem sorrir? Meus amores, ser uma mulher encantadora, realmente, não é nada fácil. Porém, é perfeitamente possível. Vamos fortalecer esse pilar?
Jamais confunda desleixo com descontração


Sorrir  é essencial para "encantar" as pessoas
Basta sorrir para criar um estilo só seu
O que eles disseram:


1.       “A simplicidade é o máximo da sofisticação”
 Leonardo Da Vinci

2.      “Um mundo sem a moda seria cinza e triste, e milhões de pessoas não teriam do que viver”
                                                                     Pierre Cardin
3.      “De tediosa basta a vida: a moda pode e deve ser diversificada”
                                                                     Deise Sabbag
4.      “O luxo é a naturalidade com que uma pessoa usa uma t`shirt junto a peças caríssimas. Se não consegue, não está acostumada ao luxo. É apenas uma pessoa rica que pode comprar coisas” 
                                                                    Karl Lagerfeld
5.      “Vista-se mal e notarão o vestido. Vista-se bem e notarão a mulher”
                                                                     Coco Chanel
6.      “Para ser insubstituível, deve-se sempre ser diferente”
                                                                     Coco Chanel
7.      “Quando eu quero me arrumar, aí eu visto uma camisa que não esteja furada”
                                                                Mariana Weickert
8.      “A ginástica ameniza meu maior defeito: a ansiedade”
                                                                 Adriane Galisteu
9.      “Sempre haverá necessidade de uma moda esportiva e essencial”. “É assim que nos vestimos no dia-dia” 
                                                                   Donna Karan
10.  “Estilo é saber quem é você, saber a mensagem que quer passar, e não dar a mínima para o resto” 
                                                                    Gore Vidal

SUPERBEIJO

Destaques do blog da Lia

Minha sugestão: faça um fotolivro personalizado e eternize momentos especiais

  Minha sugestão: faça um fotolivro personalizado. Você tem 4258 fotos em seu celular, mas 4.000 são do seu cachorrinho, dormindo em posiçõe...