quinta-feira, 19 de novembro de 2020

Hoje deu vontade de escrever

Mas não quero falar nadinha sobre as bobagens ditas e feitas por Bolsonaro, nem sobre as vacinas em teste (estão chegando), muito menos sobre quarentena, isolamento, segunda onda, aumento de infectados no mundo. 

A verdade é que estamos numa nova realidade, inesperada e que demanda basicamente maior solidariedade para com o semelhante. Um modelo de vida mais consciente e menos egoísta. Como não sabemos lidar com esse novo modelo de vida,  continuamos com o comportamento de sempre. E sequer lembramos as quase 170 mil mortes e os quase 6 milhões de infectados. Apenas no Brasil. E a pandemia continua limitando o dia-a-dia de todos. Afinal, o coronavirus é apenas mais uma gripezinha, não é?

Hoje quero contar do trabalho que estou fazendo com minha sobrinha Fernanda: fotolivros personalizados, com cara de revista, cujos principais personagens são nossos clientes. Pergunto: tem coisa mais prazerosa do que, em momentos de lazer, abrir um album e recordar momentos agradabilíssimos que você curtiu, atraves de fotos e textos impressos?  

Esses albuns-livros têm duas grandes vantagens. Primeiro, evitam que nossas fotos fiquem perdidas e difíceis de encontrar em pastas de seu computador, ou em uma nuvem qualquer. Segundo, nos possibilitam mostrar nossas fotos a familiares e amigos no momento que desejar, bastando pega-los da estante. Além de durarem para sempre. 

E tem mais: atualmente, são as melhores opções de presentes, em datas especiais, para avós, mães, tias, sobrinhas, netas, entre outros, graças a uma relação bastante atraente entre custo e benefício. Pode-se dizer que eles cabem na bolsa e no bolso. 

Um fotolivro, costumo dizer, é presente que conforta, e que transmite carinho e afeto mesmo a distância. Você pode fazer fotolitos da sua festa de aniversário, de seus encontros com os amigos, da sua viagem, dos primeiros meses de seu bebê, dos primeiros anos de seus filhos, de seu pet de estimação, e assim vai.

Adoro esse trabalho. É gratificante. Ele mexe com o emocional de cada amigo. 

Se alguém quiser saber mais sobre o assunto, é só acessar no Instagram a nossa página amomuitofotolivro. A Fernanda realmente está fazendo um lindo trabalho de marketing nas redes socias. E, eu, faço o melhor na criação, diagramação, e produção  personalizadas de cada pedido dos clientes.

Nossa peça mais pedida é o MINI FOTOLIVRO PLUS. Ele tem capa dura impressa laminada, com abertura tradicional. É produzido em papel couchê 170 g/m2 ( 14,8 x 21cm), e com 40 páginas. Nesse tamanho e modelo, cada um fica por 185,00. 


Capa do minifotolivro sobre  pets de estimação

Miolo com foto e texto


Capa de um fotolivro com a reunião de amigos no Natal


Capa e contracapa

terça-feira, 20 de outubro de 2020

Benditos sejam... Os amigos


Amigos, gostei muito deste texto que recebi de uma amiga. Vou compartilhar com vocês e espero que gostem.  

Benditos sejam...

Benditos sejam os que chegam em nossa vida em silêncio, com passos leves para não acordar nossas dores, não despertar nossos fantasmas, não ressucitar nossos medos. 

Benditos sejam os que se dirigem a nós com leveza, com gentileza, falando o idioma da paz pra nãp assustar nossa alma.

Benditos sejam os que tocam nosso coração com carinho, nos olham com respeito e nos aceitam inteiros com todos os erros e imperfeições.

Benditos sejam os que podendo ser qualquer coisa em nossa  , escolhem ser doação.

Benditos sejam esses seres iluminados que nos chegam como anjo, como flor ou passarinho, que dão asas aos nossos sonhos e tendo a liberdade de ir escolhem ficar e ser ninho.

Bendito sejam os AMIGOS...








quarta-feira, 14 de outubro de 2020

Pasmem, tive crise de carência em pleno isolamento


Ontem à noite, pasmem vocês, tive crise de carência.

Não que seja novidade na minha, na sua, na nossa vida. Posso até dizer que todos a vivenciam um pouquinho de vez em quando, ou até um montão. Mas convenhamos que fazer dela presença constante durante as 24 horas do dia já é demais, e afeta até nossos bichinhos de estimação. O que não é o meu caso fique claro. Apenas tenho momentos, geralmente quando vou ao passado.    Então docemente, mansamente, reclamei ao Senhor.

“Senhor, confesso que ando um tanto irascível, me irritando com tudo e todos com estranha facilidade. Sem falar das cobranças. Não sei por que cargas d’água cobro sempre perfeição nos outros, mesmo sabendo do quão longe estou de atingir meus próprios ideais. Disseram que é carência...”.

“É evidente, Senhor, que eu adoraria apresentar idéias claras e precisas sobre quaisquer assuntos, ter uma argumentação embasada para convencer gregos e troianos, ser poeta do amor e do sonho, ter a coragem de viver intensamente uma causa e de não aceitar a uniformidade vigente. Sim... também gostaria de ter uma companhia... É pedir demasiado?”.

Só que não fui sorteada com nada, não é? Sou tão igual aos seus mais de sete bilhões de seres (com exceção dos gênios) que me tornei uma chata. E uma carente nervosinha.


“Neste momento, Senhor, é quando vos conto da necessidade de todos nós a mais carinho e atenção, para vivermos alegremente, e sermos diferenciados. Sem as carências que me afligem. Não que sejamos todos infelizes. Longe de mim tal afirmação, mas...”.

Sei até que tem uma pesquisa por aí, bem recente, afirmando que apenas 28% da população brasileira diz não ter recebido o carinho merecido nesta vida. Estarão os outros 72% vivendo no modo feliz? Sei não...

Mas eu acredito, acredito mesmo, que carência e solidão têm muito em comum. Pergunto então, Senhor, por que não me enviou um companheirinho dedicado, amoroso, doce como favos de mel? Tanta gente ganhou um desses! Desculpa dizer, mas muitos nem mereciam esse mimo celestial, sabia?  

Pense comigo: quando jovem, linda, e inteligente, o que o Senhor me ofereceu? Bem... Me enviou um rapaz que amei de paixão, tão incrível ele “parecia” ser. Primeira grande paixão. E com quem fiquei mais ou menos uns sete anos. E depois? Descobri com imenso sofrimento seu lado sombrio: era terrivelmente mulherengo e um mentiroso de inigualável. Comi o pão que seu arquiinimigo amassou ao descobrir o tanto de filhos que trouxe ao mundo estando ao meu lado. Sei lá... Hoje até considero ser esse o destino reservado a ele. Mas não desculpo.

Bem Senhor, depois vieram mais umas quatro ou cinco tentativas “sérias”, entre muitos outros amores platônicos, porém todos, todos mesmo, sem nenhum caráter, e sem nada de especial tanto física quanto no cérebro. Para quem almejava dividir sua vidinha com um profundo conhecedor de física quântica, por exemplo, ou um expert em analisar passado, presente e futuro da humanidade, triste realidade a minha, concorda?


Devo supor, entretanto, que tal destino me foi traçado a muito, muito tempo atrás, e que novas aventuras ainda estão por vir.  Senhor, não demore porque nosso tempo é diferente. E o meu está passando bem rapidinho. Se for o caso de um novo mimo, ele nem precisa ser tão perfeitinho... Só charmoso e dengosinho.

Por fim, e sinceramente: Senhor, não mereci suas escolhas.

E pasmem vocês, amigos... Estou carente, de novo!

quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Pai...afasta de mim esse cálice! Chico Buarque - Roda Vida

Eu nem sabia que o CD “A Arte de Cantar”, com o fantástico MPB 4, descansava num dos poucos cantos (da casa) que ainda reservo para recordações passadas.

Mais por cansaço deste infindável isolamento por Covid 19, e também pelas poucas opções da Netflix, e nenhuma da TV aberta, decido ouvir uma... duas... três músicas do tal disco a laser. Quantas memórias encontro nele!

Amigos que amava e se foram. Outros que se afastaram demais para serem reencontrados. Imersa em prazerosa saudade, vou seguindo caminhos diversos, encantada, em busca de razões para lembranças tão fortes, tão doces, tão vibrantes. Por que foram anos tão especiais? Simples, amigos. Foram anos em que a esperança enfraquecia os percalços da vida e reforçava os ideais nossos de cada dia. 

...”tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu, a gente estancou de repente ou foi o mundo então que cresceu, a gente perdeu voz ativa no nosso destino mandar, mas eis que chega a roda viva e carrega esse mundo prá lá”...

Que tempos esses! Época de homens, mulheres e jovens mais informados, mais intelectualizados, mais corajosos, e mais atuantes. Um privilégio ser contemporânea de seres tão iluminados como Chico, Caetano e Gil. Bethânia e Gal. Djavan, Fagner e Gonzaguinha. Vandré. A explosão do NOVO na música não deixava dúvidas: era preciso mudar, transformar, crescer. Impossível ficar indiferente. Impossível não participar.

...”o tempo rodou num instante nas rodas do meu coração, a gente vai contra a corrente até não poder resistir, mas eis que chega a roda viva e carrega a saudade prá lá”...

Se as canções nos faziam dançar e sonhar as letras, que abusavam das metáforas, nos lembravam das muitas crises que assombravam a sociedade brasileira. Recordo de como os ideais falavam alto nesse passado, sem medo. Aliás, bem mais alto do que no presente, onde mal ouvimos alguns sussurros assustados, que se perdem no caos econômico e na lama da corrupção.  

O desejo maior era o de construir os alicerces para um futuro de igualdades, de responsabilidades, de solidariedade. E de nenhum preconceito.

...”eu já estou com um pé nessa estrada, sei que um dia a gente se vê... sei que nada será como antes... amanhã”...

Nem como antes, nem como o sonhado. No fim dos caminhos havia um precipício. Era preciso desviar. Não desviamos. Venceram e vencem os de sempre. Mas ficaram Elis, Jair Rodrigues, Tim Maia, Cazuza. Roberto, mais Erasmo e Wanderléia. E mais um universo de personalidades e de muitos festivais. Sem esquecer a doce sensualidade de Ney Matogrosso, e seu deslumbrante visual. E agora, quem vai ficar?

...”Pai, afasta de mim esse cálice... de vinho tinto de sangue... cálice”...

 

 

quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Um príncipe, um milhão de amigos, e muitas curtidas...

Pois é. Não tenho mais seguidores, nem leitores e, atualmente, tenho pouquíssimas curtidas a cada nova postagem. Será que também os amigos se foram? O que acontece? Não sei.

Talvez seja verdadeiro aquele ditado popular antiguíssimo “quem tudo quer nada tem”. Prá vocês terem uma idéia da situação, sempre esperei “tropeçar” num príncipe de contos de fadas. Romântico, lindo, charmoso, gentil, meigo, companheiro, bem humorado. E que seríamos imediatamente flechados pelo tal de “amor a primeira vista”. Mas, os que me conhecem já sabem: a espera foi em vão. Continuo sozinha, e ainda envolta na esperança do mágico encontro.

Também, confesso, sempre quis ter um milhão de amigos. Mas, confesso também, sempre os contei apenas numa das mãos. E assim caminha a humanidade. E eu com ela.


Quando o isolamento por Covid 19 começou, no distante mês de março de 2020, pensei: com certeza, eu, você, o mundo... Tudo vai se transformar para melhor, pois o sofrimento quase sempre nos leva a outro patamar. Ou deveria. E o ser humano vai ressurgir iluminado e com profunda aversão ao preconceito, à violência, à corrupção e ao egocentrismo. Só para início de conversa.

Mas, passados seis meses, o que vejo neste Brasil amado: mais de 140.000 mortes causadas pelo novo coronavírus, e quase 5.000.000 de infectados, milhares de pessoas sem noção desrespeitando as regras de sobrevivência, falta de empatia para com o próximo, preconceitos idiotas, Pantanal e a Amazônia em chamas, milhões de desempregados, violência contra negros e mulheres,  impunidade, corrupção nos impedindo de viver dignamente, aumento da desigualdade social, e um festival de agressões gratuitas nas redes sociais.

Então, como o ser humano e o contexto econômico, político e social não se transforma mesmo, resta aos “seres do bem” continuar fazendo a sua parte, deixar seu quadrado harmonioso, e sem preocupações com o amanhã.


 Quem sabe, um dia, a gente acorde e, como num passe de mágica, os sonhos de cada um se tornam realidade e eu, finalmente, encontre meu príncipe encantado,  faça um milhão de amigos, e tenha centenas de curtidas.


Bjs e cuidem-se, ok? 

quinta-feira, 10 de setembro de 2020

Vamos fazer um album de fotos impresso?

 

Você já imaginou ter um livro impresso

 com os melhores momentos da sua vida?

Ou do seu cachorrinho de estimação?


Amigos

Separem 60 fotos

 (ou mais)

E deixem que eu 

faço o resto...




 Fotolivro personalizado ou Livros de memória

Tamanho 20 x 30cm ou 15 x 21cm

20 ou até 100 páginas

Capa Dura - Textos opcionais

 Formatos na vertical, horizontal, ou quadrado


Criação e orçamento sem compromisso

Falar com LiaEstevão

 9.9165-4497

Blog: liaestevao. blogspot.com
Facebook: facebook.com/lia.estevao
e-mail: liae@terra.com.br
 Instagram: fotolivros.lia
lia.estevão


Na foto, uma página do fotolivro sobre os primeiros 9 meses de uma bebê. O album impresso dura gerações. Não tem preço para a mãe, nem para quando a garota for adulta. Momentos eternizados.

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

Até parece que que tudo voltou ao normal...parece.

Praias de São Paulo

Desculpem-me, mas não vou fazer como muita gente por aí e dizer  que a pandemia acabou, que o tal coronavírus (não letal e fraquinho) já foi vencido, e que tanta tragédia era apenas uma forçada de barra dos jornalistas, principalmente os da rede Globo e do Estadão.

Também não vou fingir que nada disso é comigo, e muito menos levar minha vidinha de sempre, mesmo invejando quem está se divertindo a valer nas praias e nos botecos da vida. Isso posto, nosso assunto continua o mesmo: a tragédia do Covid 19, que nos inferniza dia aós dia. Um vírus que, em seis meses, matou mais de 123 mil brasileiros e contabilizou mais de quatro milhões de diagnósticos positivos. Apenas no Brasil.

E por que ainda falo de tudo isso?
Simplesmente porque não canso de ficar indignada e cheia de revolta com o comportamento quase infantil, egocêntrico e individualista da maioria dos cidadãos adultos deste país. Afinal, meus amigos, qual a razão de tanto descaso para com nossos mortos e doentes? Para com nossos semelhantes? Ignorância? Militância?  

Será a mesma razão que nos faz “dar de ombros” para os muitos casos de corrupção que, diariamente, os jornalistas nos mostram? Garanto a vocês que nunca é simples responder as questões básicas do jornalismo (“quem”, “o quê”, “onde”, “quando” e “por que”) para veicular uma noticia/matéria nos veículos de comunicação. 
Dá trabalho. Necessita horas de pesquisa. Muitas entrevistas. Pouco sono. E depois de toda essa labuta, para tirar a população das trevas, ainda ter de ouvir que os jornalistas são dispensáveis, manipulados, parciais, péssimos profissionais, etc...etc...etc... Tenham paciência!!!

Praias do Rio de Janeiro 
Voltemos ao novo coronavírus. No final de semana passado, de muito sol e calor, por exemplo, o descaso do pessoal com a pandemia foi de nos deixar abestalhados, perplexos.  Milhares de pessoas descomprometidas com o sofrimento alheio e com a profundidade do buraco em que o Brasil se encontra, surgem todas "esplendorosas", aglomeradinhas, e curtindo muito nas praias, nas ruas, nos bares, nas baladas. 

Elas não demonstram, do alto de sua sabedoria, preocupação alguma com esta pandemia que mata, em média, mil pessoas por dia no país. E sem máscaras, ainda o único "obstáculo" para evitar a aceleração do contágio. Tem mais, no dia seguinte, negam a veracidade das fotos publicadas nos jornais. É “fake”, são antigas, dizem esbravejando. Ora, ora... se fossem fotos e informações para confirmar suas idéias negacionistas, tudo bem, não é? 


Vocês sabem o que vejo nas praias? E nas demais aglomerações? Vejo bilhões... trilhões de bolinhas pinks, cheias de espinhos, só esperando o momento de encontrar mais um hospedeiro, de preferência um daqueles que terão sintomas, e mandá-lo para um leito de UTI. Se tiver algum disponível, claro.  

 

Quatro milhões de infectados até este momento, e mais de 123 mil mortes em nosso país.  Sem palavras.



Destaques do blog da Lia

Minha sugestão: faça um fotolivro personalizado e eternize momentos especiais

  Minha sugestão: faça um fotolivro personalizado. Você tem 4258 fotos em seu celular, mas 4.000 são do seu cachorrinho, dormindo em posiçõe...