quinta-feira, 10 de julho de 2025

Os dinossauros voltaram... Só pra ver o Pedro sorrir

Imaginem um domingo que começa assim: com o céu azul sorrindo, o sol aparecendo só pra fazer festa e um friozinho gostoso pra deixar tudo com cara de abraço. Foi nesse clima que acordei — ou melhor, fui convocada pelo universo — para viver um dia mágico: o segundo aniversário do meu menino-luz, Pedro Henrique.

Ah, Pedrinho... Com seus cachinhos quase dourados, seu sorriso que ilumina qualquer sala (e até estacionamento de shopping) e aquela energia que não cabe em duas pernas só. Ele é daqueles garotinhos que a gente olha e sente vontade de agradecer por existir. Um pacotinho de risadas, areia, carrinhos e balanço — e o balanço, claro, tem que ser o da casa da avó. O preferido.

No domingo, 6 de junho, São Paulo foi o cenário. A família toda se deslocou para a capital com uma alegria quase infantil, como se todos fôssemos personagens coadjuvantes no show principal de um certo menino de dois anos, que já fala (do jeito dele), já dá ordens (com doçura) e já tem uma frase favorita: "Tia Lia, vem!"

Sim, eu fui. Fui muitas vezes. E iria quantas mais ele pedisse.

O restaurante escolhido para a comemoração? Um paraíso jurássico — o Dino Restaurante, no Shopping Vila Olímpia — onde um dinossauro gigante surge, brinca entre as mesas e, de quebra, faz um divertido pocket show onde os pequenos (e os crescidos) vibram e dançam. Entre um “RAWR” e outro, Pedrinho distribuía sorrisos e abraços como quem distribui luz. E luz ele tem de sobra.

Presentes? Muitos. Carrinhos, bichinhos, quebra-cabeças, dinossauros — todos aprovados com pulos, gritinhos e aquele entusiasmo que só as crianças (e os tios corujas) entendem. Ele parecia um pequeno cientista misturado com um mágico e um rei. A cada pacote aberto, uma nova alegria. E a cada brinquedo testado, um mundo se abria.

A festa foi linda. A comida, ótima. Mas nada, nada mesmo, superou aquele brilho nos olhos de Pedrinho — um brilho que acendia todos nós por dentro. E mesmo depois de horas de festa, na volta para São Carlos, o carro lotado parecia pequeno demais para tanta felicidade. Todos cansados, menos ele. Claro. Seguimos estrada adentro enquanto nosso pequeno explorador ainda comandava os carrinhos novos no banco de trás, como quem dizia: "Dormir é para os fracos. Eu tenho dois anos e uma frota inteira pra brincar."

Pedro Henrique é alegria que não acaba, amor que não se mede, e encanto que não se explica.
E eu? Eu sou a tia apaixonada que não vê a hora do próximo “Tia Lia, vem.”

Lia Estevão




Feliz demais com os presentes

Hora de apagar a velinha
Pedrinho e a amiga Flor
no ovo do Dino

Pedrinho encantado com o Dinoussauro

As fotos são cenas do segundo  aniversário
 do Pedro Henrique no Dino Restaurante da Vila
Olimpia, em São Paulo, dia 06 de Julho, domingo.


segunda-feira, 23 de junho de 2025

Suas Memórias Merecem Mais que uma Tela


Quem nunca se viu rolando a
galeria do celular e se deparou com centenas de fotos que contam várias histórias, mas que ficam ali, perdidas no universo digital? 

Eu sei bem como é! E é exatamente por isso que me apaixonei por uma missão: transformar suas fotos de celular em fotolivros cheios de vida e significado.

Com toda a autenticidade e espontaneidade que só as fotos do dia a dia têm, seu celular guarda momentos preciosos. Meu trabalho é pegar essas imagens e, através da diagramação, transformá-las em narrativas visuais que você vai amar folhear e reviver.

CAPA DURA LAMINADA

Por que um Fotolivro é Tão Especial?

Você pode estar pensando: "Mas o que é um fotolivro, afinal?".

Ele é muito mais que um álbum de fotos tradicional! Pense nele como um livro ilustrado da sua vida, onde cada página é cuidadosamente pensada para contar uma parte da sua história.

No fotolivro, suas fotos são impressas diretamente nas páginas, com uma qualidade que as valoriza ainda mais. São vários tamanhos e modelos para escolher. Possuem lombada e capa dura laminada fosca. E o melhor: podemos adicionar textos, datas, pequenas tags, desenhos, tornando cada exemplar totalmente único e cheio da sua personalidade. 

Eternize momentos: Aniversários, viagens inesquecíveis, o crescimento dos filhos, ou até mesmo o cotidiano com a família – tudo pode virar um capítulo especial.

Presente que emociona: Sabe aquele presente que toca o coração? Um fotolivro é inesquecível. É dar memórias, carinho e uma parte da sua história para quem você ama.

Conexão real: Em um mundo cada vez mais digital, ter suas lembranças impressas, com aquele toque especial do papel, traz uma conexão diferente, mais real e tátil.

CAPAS DURA LAMINADA

Crie o Seu Fotolivro Comigo: Simples, Online e Sem Compromisso Inicial!

Minha proposta é descomplicar esse processo para você.

E o melhor: você faz tudo online, no seu tempo e sem sair de casa!

  1. Envie suas fotos: Você me manda as fotos que ama direto do seu celular.
  2. Eu crio a diagramação: Com carinho e atenção, eu organizo suas imagens em um layout que conta a sua história.
  3. Sua aprovação: Envio uma cópia digital para você ver como ficou. Essa primeira etapa é totalmente gratuita! Você só decide se quer seguir em frente depois de ver a mágica acontecer.

Os valores são super acessíveis, a partir de R$150,00, dependendo do formato e tamanho.

Não vale a pena esse investimento nas suas memórias e nas de quem você ama?

Vamos juntas dar vida às suas histórias?

Me chame para conversarmos

e transformar suas fotos de celular em um tesouro para a vida toda!

Lia Estevão - Jornalista/Publicitária

Whatsapp  (16) 9.9165-4497




MIOLO
CAPA
CAPA


quinta-feira, 12 de junho de 2025

Dia dos Namorados: ontem, hoje e sempre que der vontade

Se você está apaixonada por alguém ou, melhor ainda, por você mesma,  parabéns, você já entrou no clima de romance que sempre ronda o mês de junho. Confesso: nunca fui muito fã dessas datas comemorativas tipo Dia das Mães, dos Pais ou dos Corações Palpitantes. Sempre achei que carinho de verdade se prova no café passado sem pedir, na mensagem no meio do dia ou naquele olhar cúmplice que nem precisa legenda. Mas olha… dou meu braço a torcer pra quem aproveita o 12 de junho pra mimar o mozão (ainda que ele possa ser trocado por um modelo mais atual na temporada que vem — a vida é um provador, não é mesmo?).

Mas chega de filosofia amorosa.

O que me trouxe até aqui foi o irresistível clima saudosista que me fez lembrar como a gente se vestia pra amar — ou pelo menos, pra causar — em junho de 2003. Sim, amiga. Vinte e dois invernos atrás.

Lá em 2003, a calça Aladim era o auge da ousadia fashion. De cetim, seda ou de qualquer outro tecido molenga, mas que brilhasse como promessa de festa. Amarradas no tornozelo com lacinhos ou fivelinhas, faziam um look arrasador com saltos altíssimos nos escarpins ou nas sandálias, que mais pareciam trampolins de autoestima. Eu mesma fui vista muitas vezes desfilando esses looks nos locais de trabalho, me achando a própria editora de moda da Vogue.

Outra queridinha da época era a calça de couro marrom chocolate, acabamento lixado, colada ao corpo — quase uma segunda pele com cheiro de rebeldia chique. E o que dizer dos óculos tartaruga? Antes, coisa de vovó míope. Em 2003, viraram símbolo de atitude fashion, cujas sofisticadas armações em acetato sobreviveram a muitas gavetas e, ainda hoje, desfilam por aí cheias de história. Indispensáveis: decotes profundos, acessórios reluzentes e, claro, autoestima nas alturas.

                                                                       Corta para 2025.

Hoje, com o outono-inverno nos abraçando forte, o lema é: conforto com charme. E nada de seguir tendência com cara de sacrifício. A moda virou parceira do clima — e da sanidade.

A ordem é vestir-se em camadas, como uma cebola elegante. Casacos de lã longos, suéteres de tricô larguinhos, golas altas que abraçam o pescoço como ex-namorado arrependido e botas de cano curto que casam com tudo: vestidos, calças, saias e, se der vontade, até com pijama por baixo (quem vai saber?). Os queridinhos da vez são o vermelho-cereja e a estampa de onça — aquele felino eterno que nunca sai da nossa selva particular.

Tem também o ar vitoriano, que eu amo, soprando nos looks com rendas, texturas felpudas e franjas que dançam a cada passo. A paleta de estilos vai do minimalista zen ao maximalista “me nota”, passando pelo boho-chique, que é sexy sem esforço. Aquela sensualidade que não grita, mas sussurra — e isso, minha amiga, tem um charme que nenhuma etiqueta de marca imprime.

Acho que me alonguei...e não escrevi nem metade do planejado. Beijos a todos



Lia Estevão - jornalista

Cria e produz fotolivros personalizados

para suas lembranças ganhare💓m vida

em páginas impressas com qualidade

Informações por Whatsapp (16) 9.9165-4497

sábado, 31 de maio de 2025

Frio? Só de pensar já tremi...crônica agasalhada

 Uma onda de frio resolveu dar o ar da sua graciosa presença (nem tanto) por estas bandas. Começou lá no Sul — claro, sempre começa por lá. A novidade deu no YouTube, logo de manhã, com aquele ar grave de quem anuncia uma calamidade. Confesso, bastou ouvir a notícia pra eu correr (ok, caminhar lentamente) até o guarda-roupa. Vou ter como me esquentar?

Abri a porta do armário como quem entra num sótão empoeirado e esquecido, e onde tem um cantinho reservado só para as roupas de frio — que, aliás, nem me lembrava mais que existiam. Mas lá estavam elas: camisas de manga comprida (que adoro), blusas de lã e de algodão, coletes, casacos de todos os comprimentos, pijamas de flanela com pezinho acoplado (sim, isso existe), mantas e cobertores que poderiam aquecer um urso polar, de tão pesadas. 

O curioso é que não lembro da última vez que usei qualquer uma dessas peças. O frio, simplesmente, não tem dado as caras. Mas será que neste outono ele vai aparecer todo prosa, achando que ainda tem moral entre nós? Espero que não.

Sendo bem honesta: não gosto de frio. Não suporto. Não romantizo. Ele me derruba. Fico acabrunhada (adoro essa palavra dramática), entediada, paralisada, desmotivada e, se deixar, até debilitada e com vontade de entrar em modo avião. O corpo congela, mãos e pés viram pedras de gelo. Meu organismo entra em protesto passivo-agressivo. Por isso, hoje, meias grossas e luvas quentinhas ocupam lugar de honra na lista de presentes ideais.

 Ah, e não posso esquecer das echarpes — bem coloridas, para aquele toque de alegria invernal — que protegem e embelezam meu lindo pescocinho. Tenho uma em cada lugar: casa, carro, trabalho. Sem falar nos gorros. Uso uns bem charmosos, no estilo das mocinhas de comédias românticas da Sessão da Tarde. Tudo na tentativa de descongelar o cérebro, coitado!

Com esse arsenal têxtil-emocional, acho que consigo sobreviver aos dias gelados — se eles resolverem aparecer mesmo. Como piso aquecido ainda não faz parte da minha realidade (fica a dica), começo a montar estratégias dignas de um curso de sobrevivência no Ártico.

E não pensem que estou exagerando. O frio é traiçoeiro. Sabiam que ele ataca principalmente as extremidades e áreas salientes do corpo? Tipo mãos, pés, orelhas, nariz... E aquele famoso “tremendo de frio”? Não é charme: é o corpo tentando se aquecer com movimentos involuntários.

Os especialistas dizem que o frio é uma sensação individual. Pode até ser. Só que a minha sensação de sofrimento começa aos 22 graus. Isso é frio pra você? Pois pra mim já é inverno rigoroso.

Aliás, neste exato momento, com 23°C, estou completamente agasalhada. Da cabeça aos pés. E se cair mais um grau, vou lá no "sotão" buscar aquele pijama com pezinho. 

Isso dito, tchau para vocês. Se não congelar volto semana que vem.

Lia 




Lia Estevão - jornalista

Cria e produz fotolivros personalizados

para suas lembranças ganharem vida

em páginas impressas com qualidade

Informações por Whatsapp (16) 9.9165-4497

quinta-feira, 15 de maio de 2025

Crônica da Bagunça Institucionalizada

Estes são dias de desordem, de caos. No universo global, ou quase, ninguém se entende, ou não quer entender. Sabem o que mais importa aos que, teoricamente, poderiam dar uma ajeitada nas sociedades? Dinheiro, poder, ostentação.

Os poderosos, hoje e desde o inicio dos tempos, sempre se consideraram superiores e, do alto de seus tronos, aliás, raramente conquistados com honestidade, moralidade, orgulham-se dos poderes adquiridos e querem mostrar sua força, não suas aptidões para o desenvolvimento das nações, e a felicidade dos habitantes. Amam governar, decidir o que se pode ou não fazer, até quem vai ou não morrer/viver. São escolhidos para fazerem X e fazem Y. Os impostos nos consomem, para eles fazerem a festa. Sem explicações, vão violando uma lei após a outra. E nós dizemos tudo bem. Amém.

Verdade é que ninguém ousa enfrentar os que nos manipulam. Afinal, eles vencem sempre. São como crianças mimadas, que não aprenderam a dividir, nem a sentir empatia pelas outras crianças. Esses pseudo-s poderosos brincam com as engrenagens do sistema vigente e até trocam qualquer peça, se julgarem necessário para a vitória de suas crenças/ideologias.

Já os não poderosos sucumbem.  Sem saber o porquê de suas vidas miseráveis. Como então reagir? Ao que reagir? Pior: ainda acreditam que tudo vai bem. Mas vai bem como? Os anos passam. A vida segue. Igual. Assim era nos anos 50, 60, 70, 80, 90. E igualzinha permanece em 2000, 2010, 2020...

Hoje, centenas de seres em todo o mundo não conseguem se alimentar e alimentar os seus. Outras centenas de seres morrem diariamente em guerras que sequer compreendem. As leis não são obedecidas, as instituições enfraquecem e a sociedade se sente desprotegida, receosa. Porém, privilégios permanecem intocáveis para os grupos dominantes.

Um contexto em que fatos são negligenciados, ou seja, não importam mais. A verdade já não importa. Prevalecem as narrativas apaixonadas, geralmente com duas visões, duas ideologias contraditórias.  E ficamos nós, feito uns idiotas, brigando por todo canto, sem saber o que é verdade ou mentira, sem análises, na superfície dos acontecimentos.


Chiiii...hora de pagar o IPTU, o IPVA, as parcelas do imposto de renda, o condomínio, o convênio médico, a luz, a internet, a segurança....

 

Lia Estevão - Jornalista/Publicitária

Cria e produz fotolivros e albuns com

fotos impressas, personalizados, online

usando fotos de seu celular. 

Informações (16) 9.9165-4497

terça-feira, 15 de abril de 2025

Marrom na primavera? Sim, senhora!

 

Sou Palmeirense mas...sobrinha 
trabalha no SPFC...então...
 Existe um complô silencioso contra o marrom. Uma conspiração   bege, talvez. Desde sempre, ele foi injustamente associado a coisas   tristes: terra seca, café requentado, uniforme escolar dos anos 70,   sofá de casa de vó. Ninguém diz "uau, que marrom incrível!". E,   no  entanto, o marrom resiste. Está ali, firme, resiliente, elegante.   O  marrom é o George Clooney das cores: melhora com o tempo.

 Na primavera, quando tudo grita cor, estampa, borboleta e flor,   ousar de marrom é um ato de subversão fashion. Enquanto o   mundo  aposta no fúcsia vibrante e no verde-limão radioativo,   você   aparece   de marrom cacau. Chique. Conceitual. Discreta   como   uma  boa   ironia.

 É preciso dizer: o marrom tem nuances. Ele não é só “cor de   cocô”, como dizia aquela sua prima infantil e sem imaginação. Ele   é caramelo, chocolate, canela, conhaque, café com leite, telha   molhada, terra molhada, tronco de árvore, creme brûlée. Tem mais   variações que tom de loiro em salão de bairro. E todas combinam   com algo.

A regra de ouro é simples: se você não quer parecer uma parede de repartição pública, jogue um toque de luz no look. Marrom com branco é minimalismo elegante. Marrom com azul claro? Surpreendente e sofisticado. Marrom com rosa antigo dá aquele efeito “sou romântica, mas sei negociar contratos”. E marrom com verde-oliva é puro Instagram de arquiteta em férias na Toscana.

Evite, apenas, a tentação de combinar marrom com marrom — a menos que você esteja indo encarnar uma árvore ou dar entrevista como especialista em fungos. Mesmo assim, acrescente um lenço turquesa. Ou um brinco dourado. A natureza agradece.

Então, nesta primavera, ouse. Vá de marrom. Mostre que a elegância não precisa gritar. Que dá para florescer mesmo em tons de terra. E que, às vezes, o que a gente mais precisa é de um bom marrom café, com um toque de creme e um pouco de coragem.



Lia Estevão - Jornalista
Cria e produz albuns impressos
online por Whatsapp
(16) 9.9165-4497

segunda-feira, 31 de março de 2025

200 mil visualizações! É isso mesmo, 200 mil!

Amigos, quem diria? Aconteceu: o Blog da Lia ultrapassou 200 mil visualizações!

Estou sorrindo sozinha, demais da conta. Tudo bem, eu sei que não foi de um dia para outro. Foram anos de escrita, pausas, retornos, inspirações e bloqueios. Mas, convenhamos que 200 mil visualizações não é para qualquer blogueiro. E foi sem patrocínio, sem parcerias, sem publicidade, e sem o algoritmo me dando empurrãozinho. Só eu, meus textos e vocês do outro lado da tela.

Queridos, duzentas mil pessoas clicaram em algo que escrevi. Tudo bem que muitas delas, muitas mesmo, clicaram várias vezes, mas ainda assim, é MUITA GENTE!

Nesse período escrevi sobre comportamento humano, sobre o dia a dia, sobre mim mesma. Algumas vezes, inspirada e empolgada. Outras, nem tanto. Teve fase em que briguei com o mundo e parei de escrever. Teve momentos em que não entendia as pessoas (e suas idéias) e me afastava. E quando as contas pareciam se multiplicar como Gremlins molhados, então? Nem pensar em blogar. Mas, no fundo, sempre soube: eu voltaria. E voltei. Foram muitas idas e vindas.

Mas cá estou eu, 200 mil visualizações depois e com aquela vontade renovada de me comunicar. Confesso, entretanto, que precisei de certo preparo emocional para lidar com o fato de que quase ninguém comentava os textos ou clicava no "seguir". Aliás, um beijo para os nove corajosos que me acompanham desde o começo!

Decidi acreditar que isso tudo era apenas... Preguiça digital. Aquela mesma que faz a gente ler só o começo das coisas ou pular direto para os comentários. Ou melhor: que nos faz passar horas no Tiktok e no Instagram sem perceber o tempo voando.

Mas... querem saber? Nada a reclamar.

Agora me digam: como devo comemorar?
Compro flores? Um bolo? Ou convido vocês a brindar comigo? 200 mil visualizações merecem, sim, um belo brinde.



Lia Estevão - Jornalista

Produtora de fotolivros 

por Whatsapp (9.9165-4497)

Orçamento e diagramação sem compromisso

 

Destaques do blog da Lia

Minha sugestão: faça um fotolivro personalizado e eternize momentos especiais

  Minha sugestão: faça um fotolivro personalizado. Você tem 4258 fotos em seu celular, mas 4.000 são do seu cachorrinho, dormindo em posiçõe...