sábado, 5 de agosto de 2023

Os 19 aninhos da bela Lana Maria

       

          Lana Maria, minha filhota de quatro patas, faz mais um aniversário.  Ao longo de seus incríveis 19 anos ao meu lado, esse pequeno ser de luz sempre foi de uma lealdade inabalável e sempre demonstrou amor incondicional.  

Companheira de passeios, brincadeiras, de momentos divertidos e de momentos muito tristes e solitários, nunca deixou de fazer parte de todos os meus dias. É só olhar para qualquer lado que lá está Lana Maria, meiga, carinhosa, fofíssima, e olhos de jabuticada.

Hoje, meu coração se enche de gratidão por cada momento que compartilhamos juntos. Eles são tantos que, de verdade, já nem lembro se eles existiram sem ela. Mas o tempo passou, como acontece a todo ser vivo. E Lana Maria envelheceu.

Agora, enquanto enfrenta a cegueira, a surdez, e mais diversas alterações neurológicas, minha linda peludinha já não é tão alegre e divertida, nem vibrante como antes. Seu pelo, outrora longo e brilhante, ganhou muitos fios brancos e seus passos estão um pouco mais lentos. Pouco lembra o filhotinho travesso e bem humorado, que amava passear nas ruas e parques, correr, pular, e parar em todos os postes. A realidade atual me entristece, claro, porém ela é amenizada porque Lana Maria foi e continua sendo uma cachorrinha feliz, que sempre viveu ao lado de sua humana querida.


Nos dias de hoje, Lana Maria dorme a maior parte do tempo, não aceita mais os petiscos diários, por mais gostosos que sejam, e se alimenta pouquíssimo. Seus muitos bichinhos de pelúcia? Não quer saber deles. Nem do meu colo. Prefere deitar em seu confortável e limpíssimo cantinho. 

Neste momento desafiador, meu coração permanece transbordando de amor por essa criaturinha tão doce, meiga, amiga. Que minha amadinha chegue tranqüila, e sem sofrimento, aos 20 e muitos mais aninhos. 

Verdade imutável: eu jamais deixarei de cuidar dela, de dar meu carinho, conforto, de comemorar seus aniversários. Porque é o mínimo que Lana Maria merece, por toda a felicidade que trouxe para minha vida, para a vida de minha família.



 

Lia Estevao

Criação e produção de Fotolivros

Vendas online  de camisetas exclusivas


sábado, 29 de julho de 2023

Reviva suas melhores histórias em um FOTOLIVRO único


Vários tamanhos, cores, papel especial
Sabe aquela sensação maravilhosa que você sente ao folhear um album de fotos antigas, e se deixar levar para os momentos mais incríveis de sua vida?

Pois é, eu também sinto esse prazer e adoro! Mas vamos combinar que, com a evolução tecnológica, nossas memórias ficam perdidas nos confins do celular, né? Então eu digo para vocês: chega de deixar nossos momentos mais encantadores, apenas no mundo digital. E chega, também, da mesmice dos albuns tradicionais, aqueles que nunca concluimos, e ainda deixamos muitas fotos  perdidas em armários e gavetas.

Hoje, quero mostrar aos meus amigos deste blog um FOTOLIVRO, que é o jeito personalizado e único de reviver, sem esforço ou perda de tempo, nossas aventuras, gargalhadas, passeios, momentos inesquecíveis de encontros mágicos. e muito mais. Detalhe: sem ficar rolando eternamente o celular, em busca daquela foto perdida no meio da galeria. O FOTOLIVRO que ofereço é um livro/objeto maravilhoso, lindíssimo, decorativo, atemporal, e personalizado como você desejar.

Você pode fazer quantos desejar

9 adicionar legendas criativas, datas, emojis para expressar emoções, contar sobre o lugar visitado, etc e tal. Pode, também, escolher o tamanho do album e das fotos, as cores de cada página e o estilo da capa, que é dura e laminada, com lombada.  

Amigos, a vida é curta demais para deixarmos nossas histórias esquecidas nos arquivos digitais. Faça seu FOTOLIVRO hoje mesmo, com o número de fotos que desejar, e embarque numa aventura mágica, revivendo suas histórias com muito estilo e bom  humor. 

Para presentear com estilo

Presentes para a família e os melhores amigos 

Nos aniversários, no Natal, em todos ows momentos  

Minha sugestão de presente inesquecível para o próximo Natal, ou para o aniversário de melhores amigos, é oferecer um FOTOLIVRO único e cheio de significado, apenas com as fotos do celular. A criação/diagramação é gratuita, e você só compra se aprovar o layout. 

Posso garantir que é uma das formas mais carinhosas de demonstrar o quanto essa pessoa é importante para você, ao criar um presente único e cheio de significado.

Aproveite esta oportunidade de reviver as emoções do passado,  de criar lembranças presentes, e deixar um legado para as futuras gerações.

Coloque as  fotos que desejar por página


Seu FOTOLIVRO pode ter de 20 a 120 páginas

 

 Lia Estevao

Criação e produção de Fotolivros







quinta-feira, 20 de julho de 2023

Um conto, um roteiro, um curta-metragem

Acordei, não faz muito tempo, com um desejo incontrolável de produzir um curta-metragem. Pode até parecer um sonho maluco para muitos, mas não para mim. Há anos frequento cursos e oficinas de fotografia e cinema, aprendendo o básico e um pouco mais dessas áreas fascinantes. Entretanto, produzir um filme, mesmo utilizando apenas o celular, até aquele amanhecer não constava da lista "ainda quero fazer".  

Depois de muita reflexão, vibrei com a possibilidade de criar, produzir, filmar e editar um curta-metragem com os conhecimentos e a supervisão da jovem professora Iasha, do Cemac, também apaixonada por artes e uma estudiosa do universo cinematográfico. 

De imediato, acreditei que transformar contos em roteiros de cinema era o melhor caminho a seguir. O mais fácil. Queria que ele fosse curto, com poucos personagens, e intrigante, para usar as técnicas aprendida. Só que ainda precisava superar o entrave mais importante: encontrar as pessoas certas para  se unirem a mim com o mesmo objetivo. 
Entre meus conhecidos do Cemac, a falta de tempo, de conhecimento, de verdadeiro amor à arte e até mesmo de uma amizade mais profunda entre nós se mostravam como gigantesca dificuldade. Até onde se comprometeriam com o projeto? Além da Iasha, José Carlos Rothen e Diogo, também apaixonados pela sétima arte e suas possibilidades, e com mais equipamentos e experiência, abraçaram a idéia. Nos entrosamos perfeitamente.  

Curioso como a falta de um grupo, uma equipe, sempre me acompanhou em trabalhos profissionais. O exemplo mais próximo aconteceu na época em que produzia o São Carlos Moda Show, desfiles de moda com as principais lojas da cidade. Amava esse trabalho. Eram shows belíssimos, com a participação incrível da Banda Doce Veneno, sempre com idéias novas abordando o social, e com uma média de 700 pessoas em cada uma das três edições realizadas. Um sucesso! No entanto, por falta de uma equipe comprometida e apaixonada pelo mundo da moda, o projeto terminou, assim como a revista de entretenimento que o acompoanhava.


Resumindo, comecei a analisar vários contos e a mostrar a eles. Há pouco tempo, ao ler o conto "Continuidade dos Parques", de Julio Cortázar, me apaixonei. De difícil compreensão numa primeira leitura, é um texto intrigante, envolvente, onde a fronteira entre ficção e realidade se dissolve, criando um universo surreal. 

Mostrei o texto para o Zé Carlos, o Diogo e a Iasha e não houve dúvidas: já estamos elaborando o roteiro e em breve iremos filmar a historia. Sem pressa e sem desistências. 

A literatura é maravilhosa! Ela nos presenteia com maravilhas inimagináveis e nós estamos extremamente animados para traduzir "Continuidade dos Parques" em imagens e sons.



Lia Estevão - Jornalista 

Produtora de Fotolivros



sexta-feira, 14 de julho de 2023

Luque: um vazio em nossas vidas

Impossível esquecer desse amigo sempre presente por mais de 10 anos em nossa vida e na vida da Juliana, na vida de todos nós. Luque, nem sei mais quantos dias se passaram desde o momento em que você nos deixou. Foi tão inesperada, tão sem sentido, tão idiota essa sua partida. Como aceitar?

A piscina nunca mais foi usada. Só de passar ao lado, a gente vê você nadando sem parar, brincando com a água, e se fazensdo de bobo para que a gente o deixasse lá por mais tempo. Ela subia nas escadinhas, olhava para a gente, e mergulhava. Uma graça! Que saudade, meu menino dengoso e meigo.


Como são tristes, profundamente tristes e angustiantes, as partidas desta vida. Mesmo para aqueles que acreditam em outra vida. De imediato, parece que o cérebro não controla mais as emoções, que nos dominam e nos tiram a energia para seguir adiante. A gente resiste e, lentamente, vamos nos adaptando às ausências e a uma nova realidade. E a nossa hoje, é sem você Luque, nosso garotão. Puxa vida...porque não esperou mais um pouco, só mais um pouquinho? A gente te ama. 



Lia Estevão

Jornalista e Produtora de Fotolivros

domingo, 25 de junho de 2023

Luque se foi de repente. E nos deixou aos prantos, inconformados

Luque, amado, por que você ao menos não esperou o Natal para partir? Por que não permaneceu com a gente?

Você sabia que é muito, muito feio deixar as pessoas que nos amam de forma tão inesperada e tão imbecil, e sem ao menos dar um tchau? Porra meu amigo, ainda tínhamos tantos planos para realizar juntos, e tantos anos pela frente. Mas você, simplesmente, partiu. Menino ingrato, por que deixou fazerem isso com você? Não estávamos nem um pouco preparados para sua ausência repentina.  

Veja as lágrimas que não deixam mais sua família sorrir, a tristeza e a saudade que tomou conta dos dias dela, a dolorosa perplexidade diante de sua partida. Parece que nada mais faz sentido, sabia? Despedaçados é como estamos. e aos prantos. 

Pôxa, você também nem esperou a chegada do primeiro garotinho da família. Garanto que iria amar dar lambidinhas em pés tão pequeninos. E ficar feliz por nos ver sorrindo alegremente. Os seus humanos queridos.  

Quando os dias do verão chegar - e saiba que eles serão quentíssimos - bem do jeito que você gosta para tomar sol de barriga para cima e para entrar na piscina sem pedir licença. Aliás, só pedia licença mesmo para devorar a comidinha da Lana, aos domingos, porque sempre me respeitou, ou melhor, porque respeitava a priminha idosa. Como era agradável ver como devorava os alimentos. Sempre faminto, não é? Sempre doido por petiscos.

E agora? Como serão nossos domingos? Os domingos de sua mãe? Partir desse modo tão absurdo...ninguém merece tanta dor.

Agora, na piscina - que você curtia como ninguém - quem vai nadar ao nosso lado, incansável, e sempre brincando de pegar água com a boca? Saiba, seu bobinho, que água não se pega. Mas que era divertido, isso era mesmo. Veja, amor, também não era aconselhável morder (de leve) os pézinhos das crianças que nos visitavam, porque assustava as menininhas. Elas não sabiam  o quanto você, Luque, é meigo, doce, afetuoso, carinhoso, companheiro, um amigão de verdade. Incapaz de fazer qualquer mal a alguém.  
E um apaixonado pela sua família. Nós. 

Lembra, adoradinho, que seus avós não queriam que você entrasse na casa? Bem...Um querer que sequer durou uma noite. Você não só entrava como também sentava e deitava no sofá, via televisão, e dormia num colchãozinho gostoso pertinho da cama deles.

 

Acredito mesmo que você, meu querido, era feliz. E nós também ao seu lado.

Então, porque nos deixou, se prometemos envelhecer juntos. Não teve outro jeito, não é?  Procuro entender, procuramos todos entender. Mas o sofrimento... Sua mãe está inconformada, seus avós parecem seres sem energia para os afazeres diário, suas tias só querem dormir. E eu? Sei lá

Luque, nosso menino adorado, ainda não aceitamos sua partida, de tão ilógico que foi, irracional mesmo. E pensar que agora você é uma estrelinha no céu não alivia a perda. Que estrelinha? Que céu?

Amigo querido, prefiro acreditar que agora você  é  luz, uma luz que habita os corações e as mentes desta família, uma luz que ilumina todos os nossos caminhos. 

Que tristeza, menino  lindo, que dor
Lia Estevão - Jornalista

Produtora de Fotolivros e Albuns de fotos impressas

quarta-feira, 21 de junho de 2023

Apenas mansamente triste


Quando, de repente, senti um sono incontrolável e até um certo mal estar físico, imediatamente pensei em cansaço mental. Mas justificar esses sintomas com desculpas esfarrapadas do tipo "ontem trabalhei demais", não seria verdade. A  exaustão de hoje, meus amigos, é injustificável, só que ela aqui está e, confesso, me incomoda bastante.  

Quantos de vocês, dia ou outro, já vivenciou um abatimento absurdo? Essa perca de foco, de não querer fazer nada, nem sair para conversar com amigos ou se divertir... Penso que pode ser uma crise de tédio, um estado silencioso de aborrecimento, sem causas aparentes. Entretanto, espero que não. Se assim fosse, juro que não saberia como sair deste entorpecimento, onde não se consegue sentir ou expressar emoções. Se pensar um pouquinho mais, sem dramas ou angústias, posso dizer que apenas estou apenas triste, mansamente triste. O que até é justificável, já que vivemos um período de incertezas sociais, econômicas e políticas. De muito blá-blá-blá e de poucas realizações. Cadê a esperança de um amanhã de sol?

Tem uma sacada, aqui em casa, onde quase sempre balança uma rede bege, sem nenhum atrativo, ou sofisticação. Dessas que a gente compra na praia, durante as férias, e que vai envelhecendo conosco. Agora, de tão usada, toda vez que me acomodo para "pegar" um solzinho e ler um livro, sempre arrebenta um fio aqui, outro ali. Qualquer dia me esborracho no chão, com certeza. Antes, ela era bem mais bonitinha. Agora, olhando bem, ela está feiosa  e um tanto acabada como, aliás, estão os caminhos da maioria de nossa população.   

Pessoal, quero ir para a praia e lá comprar outra rede...bem colorida...para alegrar a sacada. Simples assim. Quero uma que aguente os quilos que ando ganhando dos chocolates que devoro e do pouco exercício que faço. Ou quero, simplesmente, ouvir por todos os cantos que o Brasil tem jeito, que está no rumo certo. 

Perdida entre tantos pensamentos aleatórios, neste espaço ensolarado da casa, dá para desvendar (um pouco) da razão do meu abatimento. Afinal, a descrença num futuro pleno de possibilidades para se conquistar sonhos e objetivos de vida justifica estar mansamente triste. 

Ainda ontem tivemos uma terrível pandemia, que nos aprisionou em pequenos espaços por mais de um ano, e fez cerca de 700 mil mortes apenas no Brasil, tivemos e temos ainda uma guerra entre Rússia e Ucrânia que deixa o mundo em atenção permanente. Também observamos um assustador crescimento de preconceitos, de racismo, de vaidades que destróem, de egoísmos que sufocam, de imcompreensões, do ódio que mata, da buscas descontroladas pelo poder, e por aí vai.  

Quero mesmo ir para a praia, e comprar uma rede nova, colorida, e trocar meu estado mansamente triste pelo alegre otimismo da esperança.



Lia Estevão - Jornalista

Produtora de fotolivros e albuns de fotos impressas

domingo, 4 de junho de 2023

O complexo momento da aposentadoria: Ruptura e reconstrução

 

Inesperadamente, surge o momento de uma drástica ruptura em nosso estilo de vida, tão duramente conquistado. Devo dizer que esse momento raramente é bem vindo, porque acontece quando ainda temos planos e sonhamos com novas realizações. Sim, amigas, esse momento é quase cruel e sempre nos pega de surpresa.  

Ele ocorre quando ainda participamos ativamente de tudo o que nos rodeia, olhamos no espelho com satisfação, estamos dispostas a incrementar o visual com modernos cortes de cabelo e com as novidades fashion do mundo da moda. Nossa rotina também inclui muitos eventos, shows, jantares com amigos e baladas.

De repente, tudo acaba. Sensações de angústia e desânimo nos dominam e nos levam a outro universo, desconhecido e assustador, real, aonde o emprego se vai, os amigos desaparecem, e os convites não chegam. Acontece a ruptura (entre dois mundos), o desmoronamento (de sonhos e projetos), e o caminho à frente está envolto em sombras ameaçadoras. A aposentadoria bate na porta e entra.

Nessa hora, mudanças significativas se fazem urgente na vida de qualquer ser humano, se ele não quiser sucumbir ao abandono pessoal, à irrelevância social, e até à invisibilidade familiar.

A aposentadoria, embora seja um direito merecido após anos de dedicação e trabalho árduo, infelizmente muitas vezes vem acompanhada de um sentimento de vazio e desamparo. Incompreensões. Aliás, apesar de podermos aproveitar melhor o tempo livre e estabelecer novas metas, os desafios emocionais desse período exigem adaptação e planejamento adequados. Estamos preparados?

Para as mulheres, em particular, a nova vida pode trazer beneficios e malefícios únicos, além de revelar a realidade do abandono. Dos possíveis benefícios está o descanso de atividades obrigatórias, e nem sempre agradáveis, tempo livre para familiares e hobbies. A possibilidade de aproveitar a vida sem as obrigações profissionais traz benefícios emocionais e físicos para uma melhor qualidade de vida. E tem as atividades voluntárias, as aulas de dança, as viagens, e até mesmo abrir um negócio próprio. Uma liberdade que pode ser extremamente gratificante e transformadora. Só um detalhe: você está financeiramente preparada para tantos benefícios?

Então saiba que essa ruptura pode apresentar sérios desafios para mulheres com dificuldades financeiras, devido à disparidade salarial de gênero ao longo da carreira profissional, o que resulta em valores menores na terceira idade em comparação com os homens e, conseqüentemente, numa maior vulnerabilidade feminina. Triste, concordam?

Outro importante desafio: a falta de uma rede de apoio social sólida. No período de transição, perde-se o contato com colegas de trabalho e com amigos, que se distanciam. Pode-se (tentar) evitar o sentimento de solidão fortalecendo os laços familiares, buscar novas amizades e explorar atividades que promovam interações sociais saudáveis. 

E aceitar a nova realidade, disposta a ser feliz.



 

Lia Estevão

Jornalista e Produtora de Fotolivros  


 


Destaques do blog da Lia

Minha sugestão: faça um fotolivro personalizado e eternize momentos especiais

  Minha sugestão: faça um fotolivro personalizado. Você tem 4258 fotos em seu celular, mas 4.000 são do seu cachorrinho, dormindo em posiçõe...